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Mato Grosso

Arquivo Público promove workshop em Gestão de Documentos

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Superintendência de Arquivo Público de Mato Grosso, promoverá na próxima quarta-feira (16.10), o workshop “Boas Práticas em Gestão de Documentos”. O público-alvo são servidores e gestores responsáveis pela gestão de documentos e arquivos do Executivo estadual. O evento será realizado na sede do Arquivo Público, no Centro de Cuiabá.

Por meio de palestras e mesas-redondas, o objetivo do workshop é promover o compartilhamento de normas, procedimentos e conhecimentos técnicos sobre as boas práticas em gestão de documentos. Também serão debatidos durante a realização temas como o descarte correto do documento, preservação e seu ciclo de vida.

Esta é uma das ações que o Arquivo Público tem realizado para atender todos os órgãos responsáveis pela gestão de documentos e arquivos no Estado. Para alcançar todos os servidores, especialmente os que atuam no interior de Mato Grosso, a Superintendência tem realizado cursos de capacitação na modalidade EaD (ensino a distância).

O evento será iniciado às 8h com a palestra “Gestão de Documentos Digitais”, ministrada pela professora Leonora Schwaitzer, da Universidade Federal Fluminense (UFF), doutora em História, Política e Bens Culturais. Na sequência, às 10h45, está prevista a realização da mesa-redonda “Implantação do Processo Administrativo Eletrônico no Estado de Mato Grosso”.

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No período vespertino estão programadas, ainda, as mesas-redondas “Central de Gestão de Documentos e Preservação em ação”, às 14h; “Boas Práticas em Gestão de Documentos nos Órgãos e Entidades do Poder Executivo de Mato Grosso”, às 15h45.

De acordo com a superintendente do Arquivo Público de Mato Grosso, Vanda da Silva, um dos objetivos do evento também é socializar com todas as secretarias e gestores de protocolo e arquivo o trabalho realizado pelas setoriais.

“Durante o evento as setoriais apresentarão casos de sucesso das suas secretarias, ações que geraram resultados positivos internamente. Também poderão debater temas voltados para a área. Essa é uma forma de valorizar o trabalho das equipes que têm se dedicado em aplicar as boas práticas na gestão documental”, disse.

Mais informações pelo telefone (65) 3613-1800.

(Supervisão de texto de Nayara Takahara).

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Mato Grosso

Casos de Covid crescem de maneira assustadora no interior de MT

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Matupá, Lucas e Querência lideram ranking negativo da pandemia

Dados compilados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), na segunda-feira (6), apontam que os casos de Covid-19 estão aumentando nos municípios do interior, o que preocupa as autoridades, em razão da estrutura hospitalar. O setor de estatística de SES fez um cálculo considerando o índice populacional e o número de casos a cada mil habitantes.

Esta conta aponta que o percentual de infectados pode ser muito maior em cidades menores, do que na região metropolitana. De acordo com este levantamento, Matupá aparece na liderança dos casos da doença. Com uma população de pouco mais de 16 mil habitantes, a cidade tem 254 casos.

Dividido pelo índice populacional, são 15,5 casos a cada mil habitantes. Na semana passada essa posição era ocupada por Nossa Senhora do Livramento, que também tem um índice considerável de registros confirmados da doença.

Considerando a mesma conta, Lucas do Rio Verde aparece em segundo lugar na lista. A cidade tem 65,5 mil habitantes e 965 ocorrências de coronavírus.

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São 14,7 registros a cada mil habitantes. Segundo a secretaria, a doença tem avançado rapidamente no município.

No terceiro lugar da lista está Querência que, na semana passada também configurava entre as primeiras, em maior número de casos, considerando o índice populacional. O município possui 17,4 mil habitantes e 245 notificações de Covid-19. Isso gera um percentual de 14 infectados a cada mil habitantes.

Primavera do Leste parece na quarta colocação. No último levantamento, o município aparecia em terceiro lugar. Com 62 mil habitantes, a cidade tem 827 casos. Um percentual de 13,3 casos confirmados a casa mil habitantes.

Segundo os dados da SES, Nova Mutum também vem surpreendendo em número casos. O aumento foi considerável nas últimas semanas, de acordo com a estatística. A cidade tem 45,3 mil habitantes e, até o momento, já registrou 546 casos da doença, gerando um índice de 12 ocorrências a cada mil habitantes.

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Fonte: FolhaMax

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Mato Grosso

MPE investiga desvio de R$ 1,5 milhão ao mês por índios em cidade de MT

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Promotor baseia investigação em declaração de cacique em Câmara

O Ministério Público de Mato Grosso instaurou um Procedimento Preparatório para investigar suposta prática de Improbidade Administrativa contra lideranças indígenas do Distrito Sanitário Especial Indígena Kayapó, localizado no município de Colíder (a 633 km quilômetros de Cuiabá). “Com base nas razões e fundamentos expressos nesta Portaria, visando obter elementos para identificação dos investigados ou delimitação do objeto, referente à prática, em tese, de ato de improbidade administrativa, determinando as seguintes providências”, diz trecho da portaria.

De acordo com o Promotor de Justiça, Danilo Cardoso Lima, o procedimento teve como base uma denúncia sobre as declarações dadas pelo líder indígena, Sopoa Paraná, durante uma reunião Câmara de Vereadores do município. Na ocasião, ele afirmou que os índios gastam em médio R$ 1,5 milhão por mês na cidade para convencer que a prefeitura cedesse um espaço físico no Portal da Amazônia por um período de oito meses.

A fala consta numa reportagem vinculada no site do legislativo. “O teor do ofício encaminhado pela Ouvidoria Nacional dos Serviços Penais, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, no qual fora relatado, em síntese, que durante uma reportagem no jornal da Câmara municipal de ColíderMT, os indígenas afirmaram que gastam em torno de um milhão de reais na economia local. Em razão do vultuoso valor contido na reportagem, o denunciante afirmou que resta comprovada a corrupção entre a coordenação do distrito Kayapo e os indígenas e que a origem desses valores deveria ser apurado”, diz outro trecho da portaria.

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Na decisão, a promotoria justificou que o órgão público é o principal responsável pela saúde indígena, subordinada ao Sistema Único de Saúde (SUS), e por isso seria necessário investigar a origem dos recursos citado pelo indígena. “iinforme qual a origem desses recursos mencionados, notadamente se são oriundos de repasse da União, do Estado de Mato Grosso, do Município de Colíder ou de algum fundo público ou privado (mencionar o nome e CNPJ), esclarecendo ainda qual a finalidade destes repasses para os indígenas do distrito kayapo e se estes valores devem ser prestados contas para algum órgão público (indicando qual)”, diz outro trecho do documento.

A portaria considerou ainda que é dever do MPE o combate a atos que colaborem para o enriquecimento ilícito, causem prejuízo ao erário ou violem os princípios da Administração Pública. No fim, o MPE fixou prazo de 90 dias para a conclusão do Procedimento Preparatório.

Fonte: FolhaMax

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