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Política MT

Assembleia Legislativa instala CST do sistema carcerário

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Assembleia Legislativa instalou, na manhã de hoje (9), a Câmara Setorial Temática com o objetivo de debater e analisar o sistema carcerário no estado de Mato Grosso – “Aspectos Socioeconômicos e Institucionais da Violência e da Criminalidade”. A iniciativa é do deputado Sebastião Rezende (PSC), que pretende, ao final da CST, apresentar um relatório técnico que permita elaborar um projeto de lei ou políticas públicas que possam ir ao encontro da segurança pública.

“A proposta dessa câmara é, ao final, fazer um estudo para termos um retrato de todo o sistema prisional e da forma como está sendo feita a ressocialização dos detentos. Temos que buscar mecanismo para a geração de empregos para essas pessoas”, explicou o parlamentar.

Na ocasião, ficou decidido que a câmara setorial será presidida por Raul Angel Carlos Oliveira, funcionário da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) e especialista no assunto. Para o presidente, o trabalho vai proporcionar a elaboração de um relatório com dados e pesquisas futuras para tomadas de decisões.

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“É um tema bastante relevante, pois vamos fazer um levantamento socioeconômico institucional, com dados factuais, para depois tabularmos e tentarmos encontrar uma correlação entre essas diferentes variáveis como, por exemplo, o grau de instrução dos indivíduos, local onde mora, saneamento etc”, explicou Oliveira.

Dados do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) mostram que cerca de 83% dos reeducandos, egressos do sistema prisional, voltam à criminalidade.

“Depois, vamos verificar se todos esses detalhes estão em que grau de cometimento do ato infracional. A segunda questão é fazer um relatório técnico que permita à Assembleia elaborar projeto de lei ou políticas públicas que possam ir ao encontro da segurança pública”, afirmou o presidente da CST.

Atualmente, o estado tem quase 12 mil reeducandos e mais de 20 mil mandados de prisão para serem cumpridos. Porém, a capacidade dos presídios mato-grossenses é de apenas 6,5 mil vagas e as 57 unidades prisionais (sendo cinco penitenciárias) estão superlotadas com quase 12 mil detentos.

“Essa câmara setorial vai investigar outros aspectos, diferentes daqueles que a gente já vinha trabalhando há algum tempo. A questão socioeconômica e o reflexo da violência no sistema penitenciário vai agregar subsídios para a Secretaria de Segurança quando for traçar políticas para o setor”, garantiu o deputado João Batista (Pros).

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Vale destacar que o Brasil é o terceiro país que mais encarcera no mundo, perde apenas para os Estados Unidos e para a China, respectivamente. O Brasil possui mais de 700 mil presos, mas tem apenas 300 mil vagas. Hoje, tem o dobro de reeducandos ocupando as vagas. Enquanto isso, Mato Grosso ocupa a décima posição no ranking de encarceramento. Dos encarcerados, 53% são presos provisórios que ainda esperam pelo julgamento.

Fonte: ALMT
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Medeiros revela busca de filiados do PSL ao Podemos, mas não crê em desfiliação de Bolsonaro

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A eventual mudança partidária do presidente da República, Jair Bolsonaro, gerou alvoroço esta semana em Brasília e fez com que pelo menos 20 parlamentares do PSL se virassem “contra” a sigla. De acordo com o deputado federal José Medeiros (Pode), alguns dos eventuais dissidentes já procuraram seu partido em busca de acomodação. O mato-grossense, no entanto, duvida que o chefe do Executivo vá, de fato, deixar sua atual legenda.

“Tem alguns parlamentares que querem vir para o Podemos, mas eu acho que é mais espuma do que chopp. Como vazou aquele vídeo do Bolsonaro, virou aquela coisa toda. Mas eu tenho para mim que isso tende a se ajeitar pelas próximas semanas. Porque o presidente está em meio a uma gestão muito difícil, tem desafios muito grandes, 13 milhões de desempregados que ele herdou aí, tem que arrumar essa economia… Construir um novo partido não é uma tarefa fácil, seria mais uma coisa e eu não acho que ele vá querer mais essa tarefa. O PSL já está prontinho e tirando a sigla em si, que já existia, foi Bolsonaro quem construiu o partido. Então, tirando aquele rompante, eu acho que a tendência é se arrumar”, avaliou Medeiros.

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Os rumores da desfiliação de Bolsonaro tiverem início ainda no mês passado, quando uma série de políticos ligados ao PSL anunciaram que iriam deixar a sigla por conta da pressão que Luciano Bivar e o próprio filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, vinham exercendo sobre os parlamentares do partido para que recuassem da abertura da CPI da Lava Toga. Entre os descontentes, vale destacar, estava Selma Arruda, que terminou migrando para o Podemos, que é comandado por Medeiros em Mato Grosso.

A crise foi ampliada depois que a investigação sobre supostas candidaturas-laranja no partido ganhou força. Bivar é um dos citados pela Justiça Eleitoral e teria, segundo o Ministério Público, usado uma candidata laranja para desviar dinheiro do fundo especial de campanha. Além de Bivar, o ministro do Turismo de Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio, que é deputado pelo PSL, também é investigado. Ambos negam as irregularidades.

Como se não bastassem rusgas, o presidente da República orientou, na última terça-feira (08), um apoiador que se apresentou como pré-candidato pelo PSL em Recife (PE) a esquecer o partido. O presidente pediu ainda que o apoiador não divulgasse um vídeo no qual citava Bivar, dizendo que o deputado está “queimado”. “Esquece o PSL, tá ok? Esquece”, disse Bolsonaro.

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Na quarta-feira (10), um grupo de deputados do PSL chegou a emitir uma carta em apoio a Bolsonaro e com críticas indiretas a Bivar. Medeiros afirmou que tem se mantido distante da crise, mas disse que pretende conversar com o colega nos próximos dias.

“É partido, o nome já diz tudo, de vez em quando tem esses arrancas. Não é incomum esse tipo de coisa, principalmente quando se trata do partido do presidente, porque ele é quem tem a chave do cofre e é quem realmente manda. Eu não falei com o Bivar, porque eu procuro me afastar quando a temperatura está muito elevada. Não quero por lenha na fogueira, mas depois quero me aproximar dele e tentar entender isso. É um problema interno do PSL e eu não quero me meter nisso”, pontuou.

Fonte:olhar direto

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Max Russi participa de agenda no Araguaia e destina emenda para Saúde de São Félix do Araguaia.

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Em São Félix do Araguaia, Max Russi  participou de um cronograma de ações

O deputado Max Russi (PSB) participou da inauguração da reforma do Hospital Municipal João Abreu Luz, de São Félix do Araguaia, durante a manhã desse sábado (12), junto a prefeita Janailza Taveira, senador Wellington Fagundes, deputados e autoridades locais. A atuação do parlamentar foi fundamental para a conclusão dessa obra.

No início do ano, Russi e Janailza se reuniram com o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, na busca de informações referentes aos repasses do governo do estado, relacionados a procedimentos de média e alta complexidade para a unidade hospitalar, que atualmente possui 40 leitos ativos.

Ainda na sexta-feira (11), quando já cumpria agenda na região do Araguaia, Max Russi garantiu a destinação de um recurso, oriundo de emenda parlamentar, para a Saúde daquele município, junto ao deputado federal Juarez Costa, no valor de R$ 75 mil. O pedido foi protocolado pelo vice-prefeito, José Divino Martins e lideranças locais.

“Eu consegui o recurso, junto com o deputado Juarez. Já estou indicando esse valor, para que seja pago até o mês de dezembro e é recurso, que será gasto para o custeio da Saúde, para comprar medicamentos, fazer cirurgias, dentre outros procedimentos”, assegurou.

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No cronograma de atividades, também aconteceu a inauguração de obras de pavimentação de trecho da BR-242, entre São Félix do Araguaia e Alto Boa Vista. Para o deputado, que participou solenidade, um verdadeiro avanço para a região.

“Um dia de colher bons frutos, para esse região. Tenho imenso carinho por esse lugar. Fui o deputado mais votado aqui em São Félix, tenho muitos amigos e quero sempre fazer mais por toda essa população”, ressaltou.

Encontro Regional de Municípios

São Félix do Araguaia sediou o 1º Encontro Regional de Municípios, realizado nos dias 11 e 12 de outubro, que teve o objetivo de descentralizar o debate municipalista e estabelecer uma agenda para fomentar o desenvolvimento das regiões do estado.

Tendo o municipalismo como sua principal base de gestão, o deputado Max Russi participou dos debates e destacou a importância de uma atuação participativa.

“Tive uma boa base, como vereador, prefeito e sei das reais necessidades de cada município. Caracterizo essencial esse debate, para que possamos alcançar diretrizes sólidas, para cada um dos municípios de Mato Grosso”, analisou

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Fonte: Água boa News

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