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Saúde

Atendimento em casa: 410 novas equipes habilitadas

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Serão beneficiados 210 municípios de 21 estados com um incremento de R$ 160,4 milhões

Os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) com impossibilidade ou dificuldade de se locomover até uma unidade de saúde passam a contar com mais 410 equipes de profissionais especializados no tratamento em casa. A novidade beneficia 210 municípios de 21 estados com um incremento de R$ 160,4 milhões repassados aos estados e municípios.

O objetivo da ação é reduzir a demanda por atendimento nos hospitais, evitando as internações e reinternações, bem como diminuir o tempo de permanência de usuários internados no SUS. Dos 210 municípios que receberam o benefício, 178 estão sendo habilitados pela primeira vez na modalidade de atenção à saúde, com atendimento especializado para pacientes domiciliados.

Confira a portaria com a lista dos municípios

Com as novas habilitações, o país passa a contar 1.157 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD) e Equipes Multiprofissionais de Apoio (EMAP). As EMADs são formadas por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que ofertam um suporte médico completo aos pacientes que estão acamados. Já as EMAPs têm composição mínima de três profissionais de nível superior, escolhidos entre oito diferentes ocupações: assistente social; fisioterapeuta; fonoaudiólogo; nutricionista; odontólogo; psicólogo; farmacêutico e terapeuta ocupacional.

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As habilitações trarão maior qualidade de vida para as pessoas que precisam de cuidados e acompanhamento de saúde, como as acamadas, por exemplo, que podem se beneficiar de um tratamento domiciliar, ao invés de permanecerem em internações hospitalares. O serviço é caracterizado por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças, além de reabilitação com garantias da continuidade dos cuidados.

Por Roberto Chamorro e Amanda Mendes, da Agência Saúde
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-CORONAVIRUS-

RANKING MACABRO / Cuiabá chega a 14.767 casos e 652 mortos

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Nesta quarta-feira (12), Cuiabá tem 14.767 casos confirmados de Covid-19 de residentes no município e 2.932 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 4.498 já estão recuperados da doença e houve 652 óbitos de residentes e 297 de não residentes.

Na rede hospitalar há 253 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 166 na UTI e 87 em enfermaria. Também estão internados 179 pacientes com suspeita da doença, sendo 86 na UTI e 93 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 146 são de residentes em Cuiabá e 106 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 134 pessoas são de Cuiabá e 46 de outros municípios.

Hoje Cuiabá registrou mais 6 óbitos, chegando a um total de 652 mortes. O prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho lamentam profundamente estes óbitos.

Segue abaixo a relação dos óbitos de residentes em Cuiabá:

-Homem, 89 anos, internado em hospital público. Tinha hipertensão e problema cardiovascular. Foi a óbito em 02/08.

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-Mulher, 62 anos, internada em hospital público. Tinha problema cardiovascular e diabetes. Foi a óbito em 11/08.

-Homem, 68 anos, internado em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 12/08.

-Mulher, 76 anos, internada em hospital público. Tinha hipertensão e problema cardiovascular. Foi a óbito em 11/08.

-Mulher, 71 anos, internada em hospital público. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 12/08.

*Um óbito não foi divulgado.

 

FONTE: FOLHA MAX

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PANDEMIA

Fantástico destaca distribuição de remédios sem eficácia em MT e deixa secretário de Saúde em saia justa

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Foto: Assessoria

Fantástico destaca distribuição de remédios sem eficácia em MT e deixa secretário de Saúde em saia justa

Uma reportagem especial exibida pelo programa Fantástico, da Rede Globo, na noite deste domingo (09), citou a distribuição em massa dos chamados “kit Covid” em Mato Grosso e provocou embaraço ao secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, que havia se posicionado contra o tratamento com o combo de remédios tempos atrás. Os medicamentos custaram cerca de R$ 8 milhões para os cofres do Estado.

A reportagem classificou o “kit Covid” e outros procedimentos que vêm sendo utilizados no Brasil, como a ozonioterapia, como “falsas promessas” de tratamento contra a Covid-19 e afirmou que os gestores estão iludindo a população ao administrar remédios sem eficácia comprovada.

No caso de Mato Grosso, como já divulgado pelo Olhar Direto, além da necessidade da prescrição de um médico os pacientes que concordarem em utilizar os medicamentos do “kit Covid” – entre eles a hidroxicloroquina, que pode provocar efeitos colaterais graves – precisam assinar um termo de compromisso e responsabilidade.

Os remédios do “kit Covid”: cloroquina, ivermectina, azitromicina, dexametasona e dipirona estão sendo distribuídos às prefeituras de Mato Grosso e também no Centro de Triagem da Covid-19 montado pelo Governo do Estado na Arena Pantanal, em Cuiabá.

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Em alguns casos, os medicamentos estão sendo prescritos de forma “preventiva”, mesmo para pacientes que testarem negativo para a doença.

Veja AQUI a reportagem do Fantástico na íntegra.

FONTE: OLHAR DIRETO

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