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BMW Série 3: primeiras impressões

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Sétima geração do clássico sedã traz grandes melhorias em tecnologia. Esportividade foi preservada, mas houve um salto nos preços.

Preservar 45 anos de tradição ou ceder às novas tecnologias? A equipe de desenvolvimento da 7ª geração do BMW Série 3 deve ter gasto um bom tempo discutindo a questão.

E o resultado foi aliar os dois mundos. O Série 3 continua gostoso de dirigir, com a consagrada tração traseira e a distribuição de peso de 50% em cada eixo. Mas ganhou diversos recursos tecnológicos, e até conversa com os ocupantes.

Quer saber a previsão do tempo ou a autonomia do tanque? Só perguntar que o carro responde.

Prioridades incomuns

G1 fez estas e outras perguntas ao novo Série 3 durante o evento de lançamento do sedã, em um autódromo no interior de São Paulo. Também foi possível acelerar o modelo na pista.

A ordem de prioridades do parágrafo acima é proposital. Afinal, já era esperada uma dinâmica de condução afiada, como em todos os Série 3 produzidos até hoje. A maior novidade, porém, é o sistema de inteligência artificial da BMW, chamado de IPA.

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Fala que eu te escuto

Com o IPA, o cliente pode fazer questões dos mais variados tipos. Além de tirar dúvidas sobre o veículo, como nível de combustível e temperatura do óleo, também pode pedir para sintonizar uma rádio específica, aumentar ou diminuir a temperatura do ar-condicionado ou pedir para o sistema abrir o teto solar.

Se se sentir cansado, basta falar para o carro. O sistema irá mudar o tipo de música e deixar a cabine mais aconchegante.

O IPA ainda está em fase “beta”, de testes, e irá aprender conforme os clientes foram usando o sistema. A “mágica” acontece usando um chip 4G que já vem com o veículo. As atualizações serão gratuitas, garante a BMW.

Durante o evento de lançamento, o G1 testou algumas funções do IPA. O sistema respondeu prontamente a maior parte das perguntas.

Digitalizou

Finalmente a BMW equipou o Série 3 com um quadro de instrumentos digital, item já presente até em carros compactos. O sedã também ganhou uma central multimídia de uso mais amigável e tela maior – de 10,25 polegadas.

O visual já cansado da cabine também já foi totalmente repaginado. Maçanetas mais anatômicas e novos botões para os comandos do ar-condicionado são destaques positivos. O volante também foi redesenhado – e poderia ter diâmetro menor.

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Coisas que não mudam

Mas não se preocupe. O Série 3 continua divertidíssimo ao volante, com sua traseira “arisca”.

É bem verdade que os controles eletrônicos estão ali para intervir ao menor sinal de imprudência, mas eles são bem permissivos no modo Sport Plus, o mais “apimentado” entre os 3 disponíveis.

Com ele acionado – e em uma pista fechada, é bom ressaltar, é possível esterçar o volante de forma repentina e observar a traseira tentar escapar enquanto o motorista corrige a trajetória.

Quem garante uma boa dirigibilidade ao Série 3 é a nova plataforma, que conferiu ao sedã uma maior rigidez torcional.

A boa impressão é reforçada pela suspensão de ajuste firme, ainda que a BMW não tenha trazido os amortecedores com batentes hidráulicos disponíveis na Europa – aqui o sistema é mais simples.

Passando para o modo Comfort, o Série 3 muda de personalidade. A direção continua precisa, mas o bom isolamento acústico e a suavidade na condução passam a ser os destaques.

Fonte:G1

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Honda encerra produção de carros na Argentina, onde fazia apenas o HR-V

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Fabricante afirma que o modelo continua sendo vendido no mercado argentino e focará na produção de motocicletas.

A Honda anunciou nesta quarta-feira (13) o encerramento da produção de automóveis na Argentina. Com a mudança, o HR-V deixa de ser produzido na fábrica de Campana, na região de Buenos Aires.

A fabricante afirma que o modelo continua sendo vendido no mercado argentino e que será importado de outros locais. Questionada pelo G1, a montadora disse que ainda estuda de onde o modelo será importado.

Com a medida, a marca quer focar suas operações na produção de motocicletas. Por lá, a empresa faz veículos de duas rodas desde 2006 e tem atualmente em sua linha fabril os modelos Wave, CG 150 e XR 150L.

No comunicado, a Honda reitera que “continuará com a comercialização de automóveis e os serviços pós-vendas no país”.

Crise na Argentina

O país vizinho do Brasil segue em uma crise econômica que tem afetado o mercado interno de automóveis e também impactando o Brasil.

A produção de veículos brasileira tem sido afetada pela Argentina, que é o maior importador de carros da indústria brasileira.

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Em julho,o número de unidades de veículos exportados do Brasil caiu 15,3% – de 49.705 para 42.115 -, na comparação com o mesmo mês de 2018.

Fonte:G1 Carros

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Carros

Salão de Tóquio tem SUV de marca ‘popular’ que pode virar Toyota no Brasil

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Modelo ainda não tem nome, e foi mostrado no evento como Daihatsu. No Brasil, Toyota é a única das grandes que não briga no segmento dos SUVs compactos.

Toyota é a única das grandes marcas do Brasil que não tem SUVs compactos em sua linha. No entanto, ela está perto de, enfim, entrar nessa briga. E seu mais provável representante está exposto no Salão de Tóquio, só que no estande de outra marca, a Daihatsu.

Trata-se de uma marca “popular” da Toyota, que também é dona da luxuosa Lexus.

Quando questionado sobre a possibilidade de usar o SUV como base de um futuro Toyota, Yusi Shibuya, engenheiro-chefe de planejamento de produtos da Daihatsu, disse que a empresa está “considerando essa situação”, afirmou ao G1 na última quinta-feira (24), durante o evento no Japão.

SUV tem formas quadradas, como no "irmão maior" RAV4 — Foto: Rafael Miotto/G1SUV tem formas quadradas, como no "irmão maior" RAV4 — Foto: Rafael Miotto/G1

SUV tem formas quadradas, como no “irmão maior” RAV4 — Foto: Rafael Miotto/G1

O modelo da Daihatsu, cujo nome ainda não foi anunciado, é a versão que chegará às lojas do conceito DN Trec, que o G1 mostrou em 2017, no mesmo evento.

Na época, o então presidente da Toyota para América Latina, Steve St. Angelo, chamou os jornalistas brasileiros que estavam cobrindo o evento para dizer que tinha “gostado muito” do modelo. “Ainda precisamos estudar, mas acho que ele serviria muito bem ao mercado brasileiro”, afirmou.

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Ele disse ainda que, se isso acontecesse, o carro levaria a bandeira da Toyota. A tática seria a mesma da Renault, por exemplo, que vende os modelos Dacia com a marca da matriz francesa.

Conceito Daihatsu DN Trec, exibido no Salão de Tóquio de 2017 — Foto: Luciana de Oliveira/G1Conceito Daihatsu DN Trec, exibido no Salão de Tóquio de 2017 — Foto: Luciana de Oliveira/G1

Conceito Daihatsu DN Trec, exibido no Salão de Tóquio de 2017 — Foto: Luciana de Oliveira/G1

A hora é agora?

Dois anos se passaram desde que St. Angelo “flertou” com o DN Trec. Ele já se aposentou, e nada de SUV compacto da montadora no Brasil.

Lá fora, a Toyota tem o CH-R, que “passeou” no Salão de São Paulo, em 2016, mas que a fabricante afirmou que seria difícil importar.

A esperança para os amantes desse segmento e da marca ressurgiu com o anúncio de um investimento de R$ 1 bilhão para a fábrica de Sorocaba (SP), em setembro último. O objetivo, segundo a Toyota, é produzir um modelo inédito ali, a partir de 2021. A montadora não divulgou qual, mas tudo indica que se trata de um SUV compacto.

Quem é ele?

O Daihatsu se encaixaria nos planos na montadora por ser mais simples do que o CH-R.

A marca “popular” é conhecida pelos modelos compactos que se destacam pela economia no consumo de combustível, mas não são carros necessariamente “pelados” – existem até opções com tração nas 4 rodas. A Dahiatsu ajudou a desenvolver os compactos da Toyota, como o Etios.

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O novo SUV chegará ao mercado japonês em 2 meses. “Ainda não podemos dar os detalhes do carro (especificações técnicas), só quando começar a ser vendido, daqui um tempo”, disse Shibuya.

Com dimensões compactas, modelo é cotado para o Brasil há alguns anos — Foto: Rafael Miotto/G1Com dimensões compactas, modelo é cotado para o Brasil há alguns anos — Foto: Rafael Miotto/G1

Com dimensões compactas, modelo é cotado para o Brasil há alguns anos — Foto: Rafael Miotto/G1

Ele tem 3,99 m de comprimento, 1,69 m de largura e 1,62 m de altura – porte semelhante ao de um hatch compacto no Brasil, e menor do que os SUVs desta categoria. A unidade exibida no salão tem motor 1.0 turbo de 3 cilindros de 98 cavalos e câmbio CVT.

O modelo foi desenvolvido sob a plataforma DNGA, uma versão da Daihatsu para a versátil arquitetura chamada de TNGA, usada pela Toyota na segunda geração do Prius e no Corolla atual.

“Com certeza venderemos esse carro em outros países, além do Japão”, afirmou. Mas o engenheiro fez algumas ressalvas. “O Brasil é um mercado muito difícil. Por causa do etanol, precisaríamos nos adaptar a essa condição”, disse.

Interior do modelo tem tela "flutuante", quadro de instrumentos digital e câmbio em posição alta — Foto: Rafael Miotto/G1Interior do modelo tem tela "flutuante", quadro de instrumentos digital e câmbio em posição alta — Foto: Rafael Miotto/G1

Interior do modelo tem tela “flutuante”, quadro de instrumentos digital e câmbio em posição alta — Foto: Rafael Miotto/G1

Fonte:G1 Carros

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