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Política Nacional

Deputado José Riva é um mentiroso, afirma Sérgio Ricardo

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Amigos, aliados e dirigentes da Assembleia Legislativa, os ex-deputados José Riva e Sérgio Ricardo andavam em perfeita sintonia. Porém, com as operações desencadeadas e a prisão de Riva, acabaram afastando os dois políticos. “O deputado José Riva é um mentiroso. É um sujeito que não tem mais credibilidade nenhuma, em nada do que ele fala. Primeiro, eu não conheço a delação dele. Não sei quais são as mentiras que ele está dizendo agora, mas a Corte maior do país, o Supremo Tribunal Federal (STF) não aceitou a delação dele. De tão truncada que é. De tanta mentira. Descrédito em tudo que fala. O STF que é a corte maior disse que essa delação não tem consistência”, desabafou o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sérgio Ricardo.

Para ele, o ex-deputado já está condenado a mais de 80 anos e busca formas para diminuir as penas. “Fica jogando nas mentiras dele. O único o objetivo dele é diminuir as penas e não ser condenado em outras acusações que pesam contra ele”, acrescenta Sérgio.

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Com relação a esses fatos, Sérgio afirma que viu depoimentos das pessoas que estão na Operação Imperador e todos os depoimentos dizem que o envolvido é o senhor José Riva. “Ele joga agora o nome do seo Edemar, que agora já morreu. Nos depoimentos, a viúva diz que ela chegou a acompanhar Edemar para levar dinheiro para José Riva. Sobre as empresas, todos eles foram ouvidos. E nenhum cita o nome do Sérgio Ricardo. Porque eu nunca estive lá. Tanto que não tenho nenhuma condenação contra mim. Ele tem 80 anos de condenação”, compara Sérgio Ricardo.

“José Riva busca mentir, mentir, mentir para diminuir. Nem o STF aceitou. Mas o mpe aceitou. Ele contina tendo oportunidade de mentir de caluniar e de acusar. Mas vai chegar o momento que ele vai ter que apresentar provas porque não pode ficar falando sem apresentar provas. Entao, ele que traga. Ele não traz prova porque não tem prova. Eu nunca estive envolvido em nenhuma irregularidade enquanto estive no comando da Assembleia ou primeira-secretaria. Tanto que não tenho condenações sobre mim. Entao, somos muito diferentes”, cita o conselheiro afastado do TCE.

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Fonte:Gazeta Digital

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Política Nacional

Congresso decide não prorrogar mandatos e define adiamento das eleições até final de junho

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Foto: Reprodução

Congresso decide não prorrogar mandatos e define adiamento das eleições até final de junho

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que há um consenso entre o Congresso e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para não prorrogar o mandato em vigência de prefeitos e vereadores. A possibilidade foi aventada em razão da pandemia do coronavírus. Até o final deste mês, conforme o democrata, uma Comissão Mista criada para avaliar a situação irá decidir sobre o adiamento ou não das eleições.

“A decisão será tomada até o final de junho”, escreveu Rodrigo Maia, em seu Twitter. “Na próxima semana, ouviremos médicos, especialistas para termos uma opinião científica sobre a situação. Um consenso, no entanto, é que não haverá prorrogação dos mandatos. Precisamos respeitar o resultado das urnas que garantiu mandato de quatro anos aos prefeitos e vereadores”, acrescentou o deputado.

Uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de autoria do senador Wellington Fagundes (PL), chegou a propor a prorrogação em dois anos dos mandatos dos prefeitos e vereadores eleitos em 2016 e a unificação das eleições para todos os cargos eletivos em 2022.

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No entanto, segundo o presidente da Câmara, a maioria dos líderes da Casa defende o adiamento, desde que os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores não sejam sejam prorrogados. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro e o segundo turno, se houver, para o dia 25 do mesmo mês.

O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, também defende que as eleições sejam mantidas em 2020, para evitar o risco de prorrogação dos mandatos atuais. Ainda de acordo com o ministro, a ocorrência do primeiro turno no primeiro fim de semana de outubro está definida na Constituição e, por isso, a mudança deve partir do Congresso.

FONTE:OLHAR DIRETO

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Presidente do TSE indica possíveis datas para realização das eleições municipais

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Presidente do TSE indica possíveis datas para realização das eleições municipais
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que após conversas com especialistas na área epidemiológica foi aventada a possibilidade de realização das eleições municipais entre os dias 15 de novembro e 20 de dezembro. Neste período deverão ser realizados os primeiro e segundo turnos. Caso haja descontrole da pandemia até lá, o pleito poderá ser, ainda, adiado para os primeiros meses de 2021.

“Eu conversei com médicos epidemiologistas, sanitaristas, infectologistas, biólogos e até um físico especializado em estatística de pandemia. Há um certo consenso científico de que é importante o adiamento das eleições por algumas semanas. A data exata é uma deliberação política que caberá ao Congresso, mas há uma janela entre 15 de novembro e 20 de dezembro dentro da qual o TSE estará em condições de realizar adequadamente as eleições. Nós vamos ter todas as medidas de segurança, inclusive uma cartilha para a proteção dos mesários e dos eleitores, de modo que esse rito importante da democracia não afete a saúde da população”, explicou Barroso.

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A eleição deverá ser realizada com restrições, como a separação de votantes por faixa etária. No entanto, o ministro destacou, ainda, ser possível prorrogar para os primeiros meses de 2020 a realização do sufrágio, levando em consideração a possibilidade de descontrole da pandemia até o final de 2020.

Conforme divulgado pelo Olhar Direto, na próxima semana Barroso e os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), vão se reunir por meio de videoconferência para alinhar as decisões que serão tomadas sobre o assunto.

Uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de autoria do senador Wellington Fagundes (PL), chegou a propor a prorrogação em dois anos dos mandatos dos prefeitos e vereadores eleitos em 2016 e a unificação das eleições para todos os cargos eletivos em 2022.

No entanto, segundo o presidente da Câmara, a maioria dos líderes da Casa defende o adiamento, desde que os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores não sejam sejam prorrogados. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro e o segundo turno, se houver, para o dia 25 do mesmo mês.

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FONTE: OLHAR DIRETO

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