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Final do Mundial definida: Flamengo vs. Liverpool

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Finalmente a tão aguarda final do Mundial de Clubes da FIFA foi definida, e deu o que todos esperavam: o Flamengo irá enfrentar o Liverpool no sábado, dia 21, no estádio Khalifa Internacional, em Doha, no Qatar.

A grande final, que era tudo em que o torcedor do Flamengo pensava, desde que o clube foi campeão da Libertadores e do Brasileirão (no mesmo final de semana), foi definida após as duas equipes superarem seus adversários nas semifinais dos dias 17 e 18.

Agora, toda a atenção está voltada para sábado e o torcedor flamenguista sabe que não vai ser uma tarefa fácil ganhar do Liverpool, uma das potências europeias e mundiais da atualidade.

O caminho até a final do Mundial

Como já é definido no regulamento há muitos anos, o Flamengo e o Liverpool, campeões da Libertadores 2019 e da Champions League 2018/2019, respectivamente, entraram no torneio apenas nas semifinais.

Os primeiros a entrar em campo foram os brasileiros, que jogaram na terça-feira, dia 17, contra o Al Hilal, campeão da Liga dos Campeões da AFC desse ano.

Apesar do sufoco que passou no primeiro tempo, ao começar perdendo por 1×0, o time brasileiro voltou com tudo depois do intervalo e venceu a partida por 3×1, garantindo a vaga na grande final do Mundial do dia 21, com show de Bruno Henrique.

Já o Liverpool entrou em campo na quarta-feira, dia 18, contra o Monterrey, campeão da Liga dos Campeões da CONCACAF 2019, e venceu o jogo por 2×1.

O jogo do time inglês, aliás, foi bem mais difícil do que qualquer torcedor dos Reds ou do próprio Monterrey esperava, e foi decidido apenas nos acréscimos, com gol do brasileiro Roberto Firmino.

A equipe inglesa, aliás, entrou em campo com uma equipe “alternativa”, por decisão do técnico Jurgen Klopp, depois de ter jogado uma rodada do campeonato inglês no sábado, dia 14.

A escalação titular não contou com Mané, Firmino (que entrou e marcou o gol da vitória que levou a equipe à final) e Van Djik, desfalque por conta de doença.

Apesar de não ter feito uma boa partida, para a maioria, os ingleses ainda chegam à final do sábado como os principais favoritos ao título mundial.

A grande final do Mundial

A final do Mundial, que será disputada no estádio Khalifa Internacional, em Doha, no Qatar, tem para os torcedores ingleses um clima de revanche, pela derrota na Copa Intercontinental (antigo mundial) de 1981, para o time brasileiro, por 3×0.

Jogadores estrelas do Liverpool, como Alisson Becker e Sadio Mané, consideram que o jogo contra os brasileiros será bastante difícil, e que a equipe precisará dar o máximo de si se deseja voltar com o título mundial para a Inglaterra.

Para isso, o Liverpool deve entrar com força máxima na grande final, com Firmino e Mané de volta ao time titular, mas ainda sem a confirmação de Klopp sobre se Van Dijk terá condições de jogo.

O Flamengo também deverá entrar com o que há de melhor no seu elenco, apesar da preocupação que há com a condição física do lateral Filipe Luís e do meia Gerson, que apresentam alto desgaste pela maratona de jogos.

Pelos dois terem sido contratados sem férias, a queda no rendimento dos dois pela parte física é evidente, principalmente do lateral esquerdo, que foi bastante criticado no jogo contra o Al Hilal.

Agora é esperar até o jogo de sábado para saber quem sairá vitorioso dessa que é considerada como a mais empolgante final de mundial de clubes dos últimos tempos.

E você torcedor, acha que o Mengão vai conseguir superar os ingleses e trazer o bicampeonato mundial para casa?

 

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Fonte:Cenário MT

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Ronaldinho joga futevôlei em presídio

FONTE:FOLHA MAX

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Olimpíada é adiada pela primeira vez após acordo entre Japão e COI

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O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe em reunião com outros membros do governo em Tóquio Imagem: JIJI PRESS/AFP Demétrio Vecchioli, Jamil Chade e Karla Torralba Do UOL, em São Paulo e Genebra (Suíça) 24/03/2020 09h32 Depois de muitos pedidos e revolta de atletas pela demora de um posicionamento do Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio em meio à pandemia de coronavírus, o governo japonês e a entidade entraram em acordo para adiar a Olimpíada e a Paralimpíada. A cerimônia de abertura olímpica estava marcada para o dia 24 de julho, enquanto o evento paraolímpico começaria em 25 de agosto.Uma nova data de abertura ainda não foi definida, mas o anúncio, feito hoje (24) após videoconferência entre as autoridades japonesas e membros do COI, fala em 2021.

Essa é a primeira vez na história dos Jogos Olímpicos de verão que o evento é adiado. Em outras ocasiões, por causa das duas Guerras Mundiais, a competição foi cancelada: 1916, 1940 e 1944. Em 1940, inclusive, os Jogos estavam marcados para Tóquio. Os Jogos Olímpicos de inverno, porém, já passaram por isso: nos anos 1990, o COI adiou o evento de 1992 para 1994, para evitar dois grandes eventos no mesmo ano — as duas Olimpíadas eram realizadas no mesmo ano desde 1924.

Nem mesmo em meio a acontecimentos graves o evento parou. Em 1972, por exemplo, os Jogos de Munique seguiram apesar do atentado que matou 11 membros da delegação israelense dentro da Vila Olímpica alemã. Em 1996, um atentado à bomba em Atlanta matou duas pessoas e feriu 100, mas as Olimpíadas foram concluídas nos EUA.

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Ameaças de boicote pesaram O primeiro a falar sobre o adiamento foi o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que explicou que chegou a um acordo com o presidente do COI, Thomas Bach, para o adiamento em um ano. A decisão foi tomada depois que Tóquio registrou o maior número de casos de Covid-19 em um dia: ontem, 16 pessoas receberam exames positivos para a doença. Fora do Japão, outro ponto de influência foi a ameaça de boicote. Alguns países anunciarem que não enviariam suas delegações ao país oriental num momento em que a quarentena é incentivada em diversos territórios.

O Comitê Olímpico Internacional soltou uma nota explicando que ainda não há uma data definida para a volta dos Jogos, mas que o evento deve acontecer até o verão de 2021 no Hemisfério Norte (que começa no final de junho) e manterão o nome Tóquio-2020. “O Presidente do COI e o primeiro ministro do Japão concluíram que os Jogos de Tóquio devem ser remarcados para uma data posterior a 2020, mas o mais tardar no verão de 2021, para proteger a saúde dos atletas, todos envolvidos nos Jogos Olímpicos e a comunidade internacional”, diz o comunicado do Comitê Olímpico Internacional.

O anúncio se dá dois dias depois de o Comitê Olímpico mudar a postura em relação à realização dos Jogos em 2020 e afirmar que o evento poderia ser adiado e uma resposta oficial seria dada em até quatro semanas. O limite de tempo foi posto pelo COI, porque não é nada simples adiar um evento do porte de Olimpíada, com todas suas complexidades. São patrocinadores, grupos de mídia, atletas e muitos outros envolvidos. A Vila Olímpica, por exemplo, foi comercializada para que pessoas comuns morassem no local logo após os Jogos

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A mudança de postura se deu depois de comitês olímpicos nacionais, como dos EUA, da Austrália e do Brasil, cobrarem o adiamento. O Canadá chegou a avisar que não mandaria seus atletas caso a Olimpíada fosse mantida em 2020

Tóquio segue como “2020” O comunicado do COI ainda ressalta que o nome permanecerá Tóquio-2020 e a chama olímpica, que chegou na última semana a Tóquio em cerimônia discreta, permanecerá na cidade como símbolo de esperança.

“Os líderes concordaram que os Jogos Olímpicos de Tóquio poderiam ser um farol de esperança para o mundo durante esses tempos difíceis e que a chama olímpica poderia se tornar a luz no fim do túnel em que o mundo se encontra atualmente. Portanto, foi acordado que a chama olímpica permanecerá no Japão. Também foi acordado que os Jogos manterão o nome de Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020”, explica a nota.

De acordo com a rede de televisão japonesa NHK, Abe expressou seu apreço pelo fato de a decisão do COI estar de acordo com a política do Japão de realizar os Jogos na íntegra. Segundo a emissora, ele então proporá ao COI um adiamento de cerca de um ano e solicitará que as decisões sejam tomadas o mais rápido possível, incluindo o cronograma de adiamento. No anúncio, Abe disse que Bach “concordou em 100%” com a proposta.

FONTE:UOL ESPORTES

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