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Carros

GM retoma produção da S10 na fábrica em São José, SP

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Operários voltaram ao trabalho após folga, concedida por meio de mecanismo chamado ‘day-off’, nos dias 20 e 21 de maio. Produção foi freada por causa da queda nas exportações.

Cerca de 1,8 mil funcionários da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP) voltaram a trabalhar nesta quarta-feira (22), após dois dias de folga por meio de um mecanismo chamado ‘day-off’. O motivo da paralisação foi a queda nas exportações à Argentina.

Com o retorno dos empregados, o setor que fabrica a caminhonete S10 retomou a produção. O modelo é produzido exclusivamente na fábrica no interior de São Paulo. O expediente na linha ficou suspenso nos dias 20 e 21 de maio.

O motivo da paralisação na linha de produção da caminhonete, conforme apurou o G1, seria a queda das exportações à Argentina. Segundo o sindicato, cerca de 30% da produção da multinacional em São José é destinada ao mercado sul-americano. Além da S10, a montadora produz a Trailblazer.

Os dois dias de folga concedidos pelo ‘day-off ‘ aos empregados serão remunerados, mas os trabalhadores vão precisar ‘pagar’ essas horas à multinacional em um prazo máximo de até seis meses.

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O G1 procurou a assessoria de imprensa da GM para comentar a retomada da operação na linha da S10, e aguarda a retorno do contato.

Fonte:G1

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Carros

Honda encerra produção de carros na Argentina, onde fazia apenas o HR-V

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Fabricante afirma que o modelo continua sendo vendido no mercado argentino e focará na produção de motocicletas.

A Honda anunciou nesta quarta-feira (13) o encerramento da produção de automóveis na Argentina. Com a mudança, o HR-V deixa de ser produzido na fábrica de Campana, na região de Buenos Aires.

A fabricante afirma que o modelo continua sendo vendido no mercado argentino e que será importado de outros locais. Questionada pelo G1, a montadora disse que ainda estuda de onde o modelo será importado.

Com a medida, a marca quer focar suas operações na produção de motocicletas. Por lá, a empresa faz veículos de duas rodas desde 2006 e tem atualmente em sua linha fabril os modelos Wave, CG 150 e XR 150L.

No comunicado, a Honda reitera que “continuará com a comercialização de automóveis e os serviços pós-vendas no país”.

Crise na Argentina

O país vizinho do Brasil segue em uma crise econômica que tem afetado o mercado interno de automóveis e também impactando o Brasil.

A produção de veículos brasileira tem sido afetada pela Argentina, que é o maior importador de carros da indústria brasileira.

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Em julho,o número de unidades de veículos exportados do Brasil caiu 15,3% – de 49.705 para 42.115 -, na comparação com o mesmo mês de 2018.

Fonte:G1 Carros

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Carros

Salão de Tóquio tem SUV de marca ‘popular’ que pode virar Toyota no Brasil

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Modelo ainda não tem nome, e foi mostrado no evento como Daihatsu. No Brasil, Toyota é a única das grandes que não briga no segmento dos SUVs compactos.

Toyota é a única das grandes marcas do Brasil que não tem SUVs compactos em sua linha. No entanto, ela está perto de, enfim, entrar nessa briga. E seu mais provável representante está exposto no Salão de Tóquio, só que no estande de outra marca, a Daihatsu.

Trata-se de uma marca “popular” da Toyota, que também é dona da luxuosa Lexus.

Quando questionado sobre a possibilidade de usar o SUV como base de um futuro Toyota, Yusi Shibuya, engenheiro-chefe de planejamento de produtos da Daihatsu, disse que a empresa está “considerando essa situação”, afirmou ao G1 na última quinta-feira (24), durante o evento no Japão.

SUV tem formas quadradas, como no "irmão maior" RAV4 — Foto: Rafael Miotto/G1SUV tem formas quadradas, como no "irmão maior" RAV4 — Foto: Rafael Miotto/G1

SUV tem formas quadradas, como no “irmão maior” RAV4 — Foto: Rafael Miotto/G1

O modelo da Daihatsu, cujo nome ainda não foi anunciado, é a versão que chegará às lojas do conceito DN Trec, que o G1 mostrou em 2017, no mesmo evento.

Na época, o então presidente da Toyota para América Latina, Steve St. Angelo, chamou os jornalistas brasileiros que estavam cobrindo o evento para dizer que tinha “gostado muito” do modelo. “Ainda precisamos estudar, mas acho que ele serviria muito bem ao mercado brasileiro”, afirmou.

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Ele disse ainda que, se isso acontecesse, o carro levaria a bandeira da Toyota. A tática seria a mesma da Renault, por exemplo, que vende os modelos Dacia com a marca da matriz francesa.

Conceito Daihatsu DN Trec, exibido no Salão de Tóquio de 2017 — Foto: Luciana de Oliveira/G1Conceito Daihatsu DN Trec, exibido no Salão de Tóquio de 2017 — Foto: Luciana de Oliveira/G1

Conceito Daihatsu DN Trec, exibido no Salão de Tóquio de 2017 — Foto: Luciana de Oliveira/G1

A hora é agora?

Dois anos se passaram desde que St. Angelo “flertou” com o DN Trec. Ele já se aposentou, e nada de SUV compacto da montadora no Brasil.

Lá fora, a Toyota tem o CH-R, que “passeou” no Salão de São Paulo, em 2016, mas que a fabricante afirmou que seria difícil importar.

A esperança para os amantes desse segmento e da marca ressurgiu com o anúncio de um investimento de R$ 1 bilhão para a fábrica de Sorocaba (SP), em setembro último. O objetivo, segundo a Toyota, é produzir um modelo inédito ali, a partir de 2021. A montadora não divulgou qual, mas tudo indica que se trata de um SUV compacto.

Quem é ele?

O Daihatsu se encaixaria nos planos na montadora por ser mais simples do que o CH-R.

A marca “popular” é conhecida pelos modelos compactos que se destacam pela economia no consumo de combustível, mas não são carros necessariamente “pelados” – existem até opções com tração nas 4 rodas. A Dahiatsu ajudou a desenvolver os compactos da Toyota, como o Etios.

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O novo SUV chegará ao mercado japonês em 2 meses. “Ainda não podemos dar os detalhes do carro (especificações técnicas), só quando começar a ser vendido, daqui um tempo”, disse Shibuya.

Com dimensões compactas, modelo é cotado para o Brasil há alguns anos — Foto: Rafael Miotto/G1Com dimensões compactas, modelo é cotado para o Brasil há alguns anos — Foto: Rafael Miotto/G1

Com dimensões compactas, modelo é cotado para o Brasil há alguns anos — Foto: Rafael Miotto/G1

Ele tem 3,99 m de comprimento, 1,69 m de largura e 1,62 m de altura – porte semelhante ao de um hatch compacto no Brasil, e menor do que os SUVs desta categoria. A unidade exibida no salão tem motor 1.0 turbo de 3 cilindros de 98 cavalos e câmbio CVT.

O modelo foi desenvolvido sob a plataforma DNGA, uma versão da Daihatsu para a versátil arquitetura chamada de TNGA, usada pela Toyota na segunda geração do Prius e no Corolla atual.

“Com certeza venderemos esse carro em outros países, além do Japão”, afirmou. Mas o engenheiro fez algumas ressalvas. “O Brasil é um mercado muito difícil. Por causa do etanol, precisaríamos nos adaptar a essa condição”, disse.

Interior do modelo tem tela "flutuante", quadro de instrumentos digital e câmbio em posição alta — Foto: Rafael Miotto/G1Interior do modelo tem tela "flutuante", quadro de instrumentos digital e câmbio em posição alta — Foto: Rafael Miotto/G1

Interior do modelo tem tela “flutuante”, quadro de instrumentos digital e câmbio em posição alta — Foto: Rafael Miotto/G1

Fonte:G1 Carros

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