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Manutenção de carros elétricos pode ser até 50% mais barata, mas exige oficinas mais especializadas

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Motor a combustão tem cerca de 350 partes móveis, contra 50 de um similar elétrico. Veja como é a revisão e o seguro desses modelos.

Manutenção de um Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

Manutenção de um Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

É fato que carros elétricos custam mais do que similares a combustão. Da mesma forma que também é sabido que seu custo por quilômetro percorrido é mais baixo. Mas uma questão ainda pouco explorada são os serviços pós-vendas, como revisão e seguros.

Embora possa parecer o contrário, carros elétricos não oferecem mais riscos às seguradoras. Como há poucos veículos deste tipo, não existe grande procura por peças paralelas, e, como consequência, o risco de roubo é menor. Assim, a apólice, na maior parte das vezes, tem valor semelhante a de carros “comuns”.

Já a manutenção é bastante descomplicada, e chega a ser até 50% mais barata do que num veículo a combustão da mesma faixa de preço.

Fim da ‘rebimboca da parafuseta’

O custo menor da manutenção acontece por motivo bastante simples. Enquanto um veículo com motor a combustão tem cerca de 350 partes móveis, um elétrico tem 50. Ou seja, o risco de algo quebrar é bem menor.

O dono de um carro elétrico também pode esquecer aquela lista de peças famosas, que exigem troca periódica. Velas, correias, filtros de combustível e de óleo, tudo isso é dispensado nesses carros.

Manutenção mais barata e menos peças móveis no motor também reduzem o risco de o proprietário cair nas mãos de algum mecânico desonesto que queira levar vantagem ao trocar peças sem necessidade.

Se a “empurroterapia” está com os dias contados, a manutenção em oficinas independentes ainda é algo impensável, principalmente pela estrutura necessária.

Quem estiver disposto a adaptar sua oficina terá que colocar a mão no bolso. Isso porque o investimento para poder receber veículos elétricos pode chegar a R$ 200 mil (veja mais detalhes abaixo).

Revisão por marca

Veja abaixo como é o plano de manutenção dos 4 modelos à venda no Brasil: BMW i3 (a partir de R$ 205.950), Jaguar I-Pace (R$ 452.200), Nissan Leaf (R$ 195 mil) e Renault Zoe (R$ 149.990).

BMW i3

BMW i3 — Foto: Divulgação/BMWBMW i3 — Foto: Divulgação/BMW

BMW i3 — Foto: Divulgação/BMW

O i3 não tem um plano fixo de revisões – o próprio carro diagnostica e informa quando precisa de manutenção. A partir daí, avisa o motorista, que procura uma das 8 concessionárias da BMW. Emílio Paganoni, gerente treinamento da marca, estima que os valores sejam 70% mais baixos do que em um veículo a combustão da mesma faixa de preços (R$ 200 mil).

Jaguar I-Pace

Jaguar I-Pace — Foto: André Paixão/G1Jaguar I-Pace — Foto: André Paixão/G1

Jaguar I-Pace — Foto: André Paixão/G1

A manutenção do I-Pace pode ser feita em todas as 40 concessionárias da marca no Brasil. Elas acontecem a cada 2 anos ou 34 mil km, o que ocorrer primeiro. A melhor parte – para os donos – é que os 3 primeiros serviços são grátis. Ou seja, o dono não precisa se preocupar em gastar com manutenção durante 6 anos.

Nissan Leaf

Nissan Leaf tem 149 cv e 32,6 kgfm — Foto: Celso Tavares/G1Nissan Leaf tem 149 cv e 32,6 kgfm — Foto: Celso Tavares/G1

Nissan Leaf tem 149 cv e 32,6 kgfm — Foto: Celso Tavares/G1

São 7 concessionárias credenciadas para fazer a manutenção do Leaf. Elas acontecem a cada 1 ano ou 10 mil km. As 6 primeiras saem por R$ 2.404, R$ 220 a menos do que no March 1.0, o carro popular da Nissan. A soma ainda é 116% mais baixa do os R$ 5.204 pedidos pela Toyota para as revisões do Toyota SW4, o carro mais vendido desta faixa de preços.

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O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1

O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1

A partir de outubro, 11 concessionárias farão manutenção nos elétricos da Renault (hoje são apenas 2). As revisões acontecem a cada 1 ano ou 10 mil km, e, até os 60 mil km, saem por R$ 2.904 – R$ 200 a menos do que as do Duster 1.6, que custa metade do preço do Zoe.

Curiosamente, a Renault prevê troca da bateria de 12V (não é a que armazena a energia que alimenta o motor) a cada 2 anos ou 20 mil km. “O Zoe tem muitos componentes que exigem mais da bateria de 12V. Se ela tiver uma pequena perda de energia o veículo emite um alerta e para de funcionar”, explica Eli Carvalho, analista de qualidade e métodos da rede da Renault.

E o seguro?

Além da manutenção, outro custo que costuma preocupar os donos de veículos é o seguro. A apólice de um carro elétrico é mais cara do que de um modelo da mesma faixa de preços, mas a combustão? A resposta é: na maior parte das vezes, não.

G1 pediu à Minuto Seguros que cotasse o valor da apólice para os 4 carros elétricos, além de modelos de preços similares, mas com motor a combustão. Foi considerado um perfil masculino, morador do centro de São Paulo.

Duas seguradoras, Porto Seguro e Tokio Marine, afirmaram que o preço não é mais alto por conta do risco (ou a falta dele).

Preço de seguro dos carros elétricos — Foto: Arte: Juliane Souza/G1Preço de seguro dos carros elétricos — Foto: Arte: Juliane Souza/G1

Preço de seguro dos carros elétricos — Foto: Arte: Juliane Souza/G1

“Temos uma postura parecida para riscos novos. Aceitamos, criamos uma base, com volume, e depois acertamos a precificação. Não há nenhuma razão para agravar o risco pelo carro ter uma bateria”, afirmou Luiz Padial, diretor do segmento automotivo da Tokio Marine.

Para Vicente Lapenta, superintendente da Porto Seguro Auto, há dois motivos que podem fazer com o que o preço possa até abaixar no futuro. “O primeiro é que pouca gente tem, então o mercado de roubo ainda é baixo. A segunda coisa é que o carro elétrico dá muito menos manutenção. Por isso, tende a ter uma frequência de assistência mais baixa”, disse.

Por outro lado, Lapenta vê um risco, ainda que de menor potencial de preocupação. “São veículos caros, isso pode atrapalhar no valor de revenda e acabar estimulando a chamada fraude de oportunidade”, completou.

Se a apólice não custa mais, o atendimento precisa ser diferenciado. “A orientação, como há alta tensão, é envolver a concessionária da marca. Percebendo a gravidade e dificuldade, temos que fazer a quatro mãos, por meio de parceria com concessionárias”, falou Padial.

A Porto Seguro, que tem uma frota de 15 Renault Twizy, também elétricos, disse que capacitou seus socorristas. Mas, em casos de problemas mais complexos, também encaminha os clientes para as concessionárias.

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Como é a oficina?

Oficina que atende carros elétricos precisa de área separada — Foto: André Paixão/G1Oficina que atende carros elétricos precisa de área separada — Foto: André Paixão/G1

Oficina que atende carros elétricos precisa de área separada — Foto: André Paixão/G1

O que muda nas oficinas para atender carros elétricos:

  • área exclusiva para esses veículos;
  • ferramentas próprias para remover a bateria;
  • “gancho” de emergência para casos de choque elétrico;
  • elevador com base livre

“Temos uma área demarcada, e ali, só o técnico capacitado está autorizado a mexer nesse carro”, explicou Paulo Manzano, gerente de produtos da Jaguar Land Rover. O padrão também é seguido pelas demais marcas.

As mudanças não se resumem a um box: as oficinas também têm equipamentos específicos.

Elevador para carro elétrico possui a base livre — Foto: André Paixão/G1Elevador para carro elétrico possui a base livre — Foto: André Paixão/G1

Elevador para carro elétrico possui a base livre — Foto: André Paixão/G1

“Quando a bateria precisa ser retirada, há um local próprio para isso, para não haver contaminação. Há um elevador específico. Ele tem a fiação suspensa, para deixar toda a base livre”, explica Flávio Presezniak, gerente de projetos da Nissan.

A alteração é essencial para permitir que um carrinho fique posicionado abaixo do veículo, e sirva de apoio para a bateria, quando essa precisa ser removida.

Carrinho é utilizado para sustentar a bateria do veículo elétrico — Foto: André Paixão/G1Carrinho é utilizado para sustentar a bateria do veículo elétrico — Foto: André Paixão/G1

Carrinho é utilizado para sustentar a bateria do veículo elétrico — Foto: André Paixão/G1

“Usamos um equipamento de diagnóstico diferente, que verifica parâmetros próprios de um carro elétrico”, disse Carvalho, da Renault.

O custo para adaptar as oficinas varia de acordo com a marca, e fica entre R$ 110 mil e R$ 200 mil. Em comum, o fato de que, em todos os casos, o valor é pago integralmente pelos lojistas.

Ferramentas específicas para a manutenção de carros elétricos em concessionária da Nissan — Foto: André Paixão/G1Ferramentas específicas para a manutenção de carros elétricos em concessionária da Nissan — Foto: André Paixão/G1

Ferramentas específicas para a manutenção de carros elétricos em concessionária da Nissan — Foto: André Paixão/G1

Quem vai por a mão no carro

Do que adiantaria uma oficina pronta, se não os funcionários não estiverem preparados para trabalhar ali? Por isso, os técnicos e consultores tiveram que passar por treinamento para atender os clientes, e, principalmente, não colocar a própria vida em risco.

A média, em todas as marcas, é de 2 mecânicos treinados por concessionária. Algumas, como BMW e a Renault apostam em parcerias com o Senai para capacitar seus profissionais. Outras trouxeram gente de fora do país para instruir seus funcionários.

BMW fez parceria com o Senai para capacitação de técnicos — Foto: DivulgaçãoBMW fez parceria com o Senai para capacitação de técnicos — Foto: Divulgação

BMW fez parceria com o Senai para capacitação de técnicos — Foto: Divulgação

A BMW, inclusive, tem vários níveis de treinamento. Quem efetivamente trabalha com o i3 teve que fazer o curso chamado HVT, que dura entre 7 e 15 dias, com custos diários de R$ 250.

Quem se formou no HVT ganha o direito de tentar um curso mais avançado, chamado de HVE. Ele tem duração de 1 mês, e os custos são cobertos pela própria BMW. No Brasil, há apenas 1 pessoa qualificada nesse nível, com outras 2 terminando a formação.

No caso de Renault e Nissan, os técnicos foram preparados no centro de treinamento da aliança, em Jundiaí (SP). Já a Land Rover aproveitou a estrutura de um autódromo no interior de São Paulo para capacitar seus profissionais, logo após o lançamento do I-Pace.

Nos três casos, as marcas “importaram” profissionais de países como Japão (Nissan), Portugal, Espanha (Renault) e Inglaterra (Land Rover) para ensinar os brasileiros a fazerem o trabalho da melhor forma.

Área exclusiva para manutenção da bateria do Nissan Leaf em concessionária — Foto: André Paixão/G1Área exclusiva para manutenção da bateria do Nissan Leaf em concessionária — Foto: André Paixão/G1

Área exclusiva para manutenção da bateria do Nissan Leaf em concessionária — Foto: André Paixão/G1

Fonte:G1

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Volkswagen revela perua elétrica que vai de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos

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Conceito Space Vizzion foi apresentado durante o Salão de Los Angeles, nos Estados Unidos. A versão final do modelo só chega em 2021 — mas o Brasil não está na lista.

Embora as peruas tenham se tornado raridade no mundo todo, a Volkswagen não abandonou o segmento. Mais do que isso, ainda as uniu ao futuro e incluiu uma em sua linha de elétricos ID. Assim surge a Space Vizzion, uma perua elétrica. Sua versão final será apresentada em 2021.

Destinada aos mercados europeu, norte-americano e chinês, a perua é feita sobre a plataforma de elétricos da Volkswagen, a MEB, tem autonomia de até 590 quilômetros no ciclo WLTP (europeu) e vai de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos.

O motor elétrico tem 279 cavalos de potência e é posicionado na traseira. Um segundo nível de potência do modelo oferece, junto da tração integral, totais 340 cavalos.

Volkswagen ID. Space Vizzion — Foto: Divulgação/VolkswagenVolkswagen ID. Space Vizzion — Foto: Divulgação/Volkswagen

Volkswagen ID. Space Vizzion — Foto: Divulgação/Volkswagen

De acordo com a fabricante, pelos veículos elétricos não precisarem de espaço na dianteira para grandes motores e radiador, há uma maior liberdade para a criação do desenho e da aerodinâmica.

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É por isso que a Space Vizzion tem o ótimo coeficiente aerodinâmico de 0,24, aprimorado pelas passagens de ar criadas no para-choque e na grade.

O interior da perua é minimalista. Um pequeno mostrador digital substitui o quadro de instrumentos, enquanto uma grande tela de 15,6 polegadas concentra praticamente todos os comandos do veículo. Os botões do volante são sensíveis ao toque.

Todas as informações sobre a direção são mostradas, além de na tela atrás do volante, em um sistema de head-up display com realidade aumentada.

Volkswagen ID. Space Vizzion — Foto: Divulgação/VolkswagenVolkswagen ID. Space Vizzion — Foto: Divulgação/Volkswagen

Volkswagen ID. Space Vizzion — Foto: Divulgação/Volkswagen

Fonte:G1 Carros

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Yamaha aposta até em moto de 3 rodas, mas não traz aguardada Ténéré 700 ao Salão Duas Rodas

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Desde que a 660 saiu de linha, seus fãs ficaram ‘órfãos’ na faixa de média para alta cilindrada. Montadora não confirma e nem nega futuro lançamento da aventureira ao Brasil.

A Yamaha apresenta no Salão Duas Rodas 2019 um dos estandes mais diversos em atrações. Seu espaço conta com motos inspiradas em personagens Marvel, o scooter XMax e a Motoroid, uma “motocicleta que não cai“.

Até a mesmo a futurista Niken, uma moto com três rodas e sistema na dianteira que permite inclinar nas curvas, veio ao salão, mas uma grande ausência também foi sentida: a da aguardada Ténéré 700.

Yamaha Niken, uma moto de 3 rodas, no estande da Yamaha no Salão Duas Rodas 2019 — Foto: Fábio Tito/G1Yamaha Niken, uma moto de 3 rodas, no estande da Yamaha no Salão Duas Rodas 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Yamaha Niken, uma moto de 3 rodas, no estande da Yamaha no Salão Duas Rodas 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

O modelo estava na lista de possibilidades para o evento, isso porque a linha Ténéré sempre fez sucesso no Brasil, e desde que a 660 saiu de linha, seus fãs ficaram “órfãos” na faixa de média para alta cilindrada.

 Não foi dessa vez que a Yamaha Ténéré 700 foi lançada no Brasil — Foto: Yamaha/Divulgação Não foi dessa vez que a Yamaha Ténéré 700 foi lançada no Brasil — Foto: Yamaha/Divulgação

Não foi dessa vez que a Yamaha Ténéré 700 foi lançada no Brasil — Foto: Yamaha/Divulgação

Outro fator a favor da Ténéré 700 é que está nova geração utiliza como base o mesmo motor da naked MT-07, que já faz sucesso no Brasil. Durante a cobertura do G1 no Salão Duas Rodas, os internautas comentaram a falta da moto na apresentação da Yamaha.

Guilherme Fontana@oguifontana

O modelo do Capitão América está entre os 3 primeiros programados para o Brasil no ano que vem. Além dele, estão Capitã Marvel e Pantera Negra.

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Alisson Alexandre An@AAnginski

Jura que a @YamahaBr não vai trazer todos os modelos para o Brasil? Que novidade, não vamos ter o catalogo completo disponível, afinal estamos a anos esperando pela Tenere 700, será que vou queimar a língua (será lançada ainda neste salão) ou a montadora só vai me dar mais razão?

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Em resposta ao G1, a Yamaha disse que “não fala sobre futuros modelos”, ou seja, nem confirma e nem descarta a chegada da moto ao mercado brasileiro em outro momento. Parece mesmo que o Niken é que está mais próximo de vir ao Brasil. De acordo com a montadora, o modelo de 3 rodas será “testado” no evento, para ver a reação do público, para que a decisão de sua venda possa ser tomada.

Alisson Alexandre An@AAnginski

Jura que a @YamahaBr não vai trazer todos os modelos para o Brasil? Que novidade, não vamos ter o catalogo completo disponível, afinal estamos a anos esperando pela Tenere 700, será que vou queimar a língua (será lançada ainda neste salão) ou a montadora só vai me dar mais razão?

Jacksom dos Santos@JackSants

Não vão apresentar a Teneré 700?

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Como é a nova Ténéré 700

  • Motor de 2 cilindros e 689 cc, o mesmo da MT-07;
  • 72,4 cavalos de potência e 6,93 kgfm de torque;
  • Tanque de 16 litros;
  • ABS de série, que pode ser desativado;
  • Tanque de 16 litros;
  • Autonomia superior a 350 km;
  • Suspensões longas de 210 mm (dianteira) e 200 mm (traseira);
  • Conjunto óptico de LED;
  • Rodas de 21 polegadas (dianteira) e 18 polegadas (traseira);
  • Preço de a partir de 9.799 euros.

Yamaha Ténéré 700 — Foto: Yamaha/DivulgaçãoYamaha Ténéré 700 — Foto: Yamaha/Divulgação

Yamaha Ténéré 700 — Foto: Yamaha/Divulgação

G1 ‘dá giro’ pelo Salão Duas Rodas e mostra destaques:

Reveja o programa do G1 sobre o Salão Duas Rodas 2019

Reveja o programa do G1 sobre o Salão Duas Rodas 2019

Niken não é um triciclo

A Niken não pode ser considerada um simples triciclo porque as duas rodas da frente estão muito próximas e elas inclinam nas curvas como uma moto de apenas 2 rodas. Os triciclos tradicionais utilizam rodas em paralelo como as de um eixo de carro e não possuem essa mobilidade.

Essa tecnologia também é utiliza em scooters da Yamaha, como o Tricity 125 (veja avaliação feita pelo G1) e o Tricity 300, mas nenhum dos modelos ainda é vendido no Brasil. Outra fator é que a tecnologia não impede quedas, mas busca sim trazer mais segurança e estabilidade em curvas, quando comparada a uma moto de apenas 2 rodas.

Yamaha Niken no Salão Duas Rodas 2019 — Foto: Fábio Tito/G1Yamaha Niken no Salão Duas Rodas 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Yamaha Niken no Salão Duas Rodas 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

O modelo utiliza como base o motor de 3 cilindros da MT-09, com 847 cc de cilindrada e 3 cilindros. Ele rende 115 cavalos de potência e 8,9 kgfm de torque.

A Niken também é recheada de controles eletrônicos, como freios ABS, controle de tração e quick-shifter. Na Europa, a moto é vendida a partir de R$ 14.999 euros.

Yamaha Niken será mostrada ao público para testar receptividade — Foto: Fábio Tito/G1Yamaha Niken será mostrada ao público para testar receptividade — Foto: Fábio Tito/G1

Yamaha Niken será mostrada ao público para testar receptividade — Foto: Fábio Tito/G1

Comparativo entre a Yamaha Niken e um triciclo convencional — Foto: DivulgaçãoComparativo entre a Yamaha Niken e um triciclo convencional — Foto: Divulgação

Comparativo entre a Yamaha Niken e um triciclo convencional — Foto: Divulgação

Fonte:G1

Leia mais:  O valor do seguro dos carros mais roubados de São Paulo
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