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Política Nacional

Ministério Público do Rio abre 3ª investigação contra Flávio Bolsonaro

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O senador Flávio Bolsonaro

CATIA SEABRA
DA FOLHAPRESS

O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu um terceiro inquérito para investigar denúncias de irregularidades no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o hoje senador era deputado estadual do Rio.

Segundo nota do Ministério Público, a 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania do Rio instaurou inquérito civil em 23 de setembro de 2019.

O objetivo é “apurar eventual improbidade administrativa decorrente do emprego de ‘assessores fantasmas’, isto é, pessoas investidas em cargo em comissão junto ao gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro que não teriam exercido funções inerentes à atividade parlamentar”.

Já existe um inquérito civil no MP-RJ para investigar uma eventual prática de improbidade administrativa no gabinete de Flávio -mas, nesse caso, sobre a devolução de parte dos salários de funcionários ao gabinete, ato conhecido como “rachadinha”.

Agora, segundo o Ministério Público, o objeto desse terceiro procedimento não é apurar a devolução de salários por funcionários, apenas se exerciam suas funções.

“Assim, o presente inquérito que trata de eventual contratação de funcionários fantasmas não tem qualquer relação com o outro inquérito em tramitação na Promotoria, que apura eventual prática de ‘rachadinha’.”

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Com essa nota, o Ministério Público tenta afastar a ideia de que esse terceiro inquérito tenha como base relatórios encaminhados pelo antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), hoje batizado de UIF (Unidade de Inteligência Financeira).

Uma liminar do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, proibiu o uso dessas informações enviadas pelo Coaf. Neste mês, a corte começou a julgar o caso para fixar um entendimento sobre a troca desse tipo de dado sigiloso com Ministério Público e polícia.

“O presente inquérito tem objeto diferente e independente não tendo como origem qualquer Relatório Financeiro de Inteligência”, afirma a Procuradoria.

A nova apuração tem como objeto a contratação de funcionários que não frequentavam o gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, muitos deles morando fora da capital fluminense, como revelado pelo jornal O Globo.

“No âmbito deste inquérito foram iniciadas diligências, tais como a expedição de ofícios para Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com a requisição de informações”, informou o Ministério Público.

Em nota, o advogado do senador Flávio Bolsonaro, Frederick Wassef, afirma que “todas as pessoas que foram nomeadas, na época, eram qualificadas para as funções que exerciam. Trabalharam em diferentes áreas, mas sempre em prol do mandato, tanto que as votações enquanto deputado estadual foram crescentes”.

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“A nomeação dessas pessoas ocorreu de forma transparente e de acordo com as regras da Alerj”, disse Wassef. Ainda segundo ele, “a execução do trabalho delas também ocorreu de acordo com as normas”.

“Os cargos comissionados da Alerj são de duas naturezas: técnica (com o profissional no gabinete) e de natureza política (com o profissional na base eleitoral). A confecção e o uso de crachá não eram obrigatórios”, disse o advogado de Flávio.

Eleito senador pelo PSL, Flávio anunciou neste mês sua saída da sigla e busca agora, com o presidente Jair Bolsonaro, criar um novo partido, batizado de Aliança pelo Brasil.

O senador passou a ser investigado por suspeita de “rachadinha” quando era deputado estadual após movimentação atípica de recursos de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Queiroz admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete na Assembleia Legislativa. Segundo sua versão, usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do filho do hoje presidente da República.

FONTE:MIDIA NEWS

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Política Nacional

Ao lado de 2 ex-senadores de MT, dono da Havan puxa coro detonando Lula; veja vídeos

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Revista Veja destacou que Blairo Maggi era “amigão de Lula em outros Carnavais”

Amigão de Lula em outros carnavais, o ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi tornou-se um animado integrante de convescotes bolsonaristas em Santa Catarina, estado que descarregou votos em Jair Bolsonaro em 2018.

Um vídeo enviado ao Radar nesta quinta mostra o ex-governador do Mato Grosso à vontade ao lado do folclórico dono da Havan, Luciano Hang. Bem soltinho, Hang, que vestia uma camiseta com os dizeres “Lula cachaceiro, devolve o meu dinheiro”, puxa o mesmo “grito de guerra” entre os participantes (veja o vídeo).

O ex-senador Cidinho Santos (PL) também participa do evento e discursava no microfone antes do coro ser puxado.

Blairo e Hang foram a uma festa promovida por um empresário gringo em Balneário Camboriú, onde Blairo costuma passar fins de semana. Durante a festa, um avião sobrevoou a praia com a faixa onde se lia “Moro herói brasileiro”.

A line-up ficou por conta de Bruno e Marrone e Cezar Menotti e Fabiano.

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Fonte: FolhaMax

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Política Nacional

PF flagra prefeito colocando R$ 25 mil na cueca

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Ao longo da investigação sobre o pagamento de propinas envolvendo as obras da adutora Capivara, no sertão paraibano, a PF identificou 16 entregas de dinheiro em benefício prefeito de Uiraúna João Bosco Nonato Fernandes e do deputado Wilson Siqueira (PTB-PB). Os pagamentos ocorreram diferentes locais de Brasília e da Paraíba e, em uma das ocasiões, os agentes flagraram Bosco colocando na cueca R$ 25 mil, que seriam posteriormente entregues a Santiago.

O parlamentar e o chefe do executivo municipal paraibano foram alvo da Operação Pés de Barro na manhã deste sábado, 21. O ministro determinou o afastamento do cargo de ambos e ainda decretou a prisão de João Bosco Fernandes.

O encontro em que o prefeito colocou dinheiro na cueca, ‘alegando que a camisa seria curta’, aconteceu no dia 23 de outubro no hotel ‘Vó Ita’ localizado no município de Souza, segundo a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República em exercício José Bonifácio Andrada contra a dupla e mais cinco pessoas.

A PGR indica que entre outubro de 2018 e novembro de 2019, a empresa Coenco Construções, responsável pela obra da adutora Capivara, pagou R$ 1,2 milhão em propinas ao parlamentar e R$ 633 mil em vantagens indevidas ao prefeito.

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O documento diz ainda que, em tal encontro, o prefeito cobrou de George Barbosa, executivo da Coenco, R$ 200 mil que ainda estavam faltando das propinas acertadas no âmbito do esquema de desvio de recursos. O empresário, no entanto, explicou que só havia levado até o hotel R$ 25 mil para que João Bosco entregasse a Evani Ramalho, secretária parlamentar de Wilson Siqueira, apontada como suposta gerente das propinas recebidas de George Barbosa.

Depois, o Motorista da Secretaria de Governo e Articulação Política do Município de Uiraúna Severino Neto, também investigado no esquema, teria entregue o dinheiro para o motorista de Wilson Santiago, na noite do mesmo dia.

A denúncia que imputa aos investigados os crimes de corrupção e formação de organização criminosa, além de pedir o ressarcimento de R$ 14.894.713,74 aos cofres públicos, apresenta ainda relatos de outras 15 entregas de dinheiro, a maioria delas relacionadas a Evani Ramalho, suposta operadora das propinas.

Segundo a PGR, os encontros teriam acontecido em diferentes locais, incluindo estacionamentos de hotéis e supermercados, praça de alimentação de aeroporto e até mesmo na sede do Partido Trabalhista Brasileiro em João Pessoa.

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Fonte: FolhaMax

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