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O que fazer se o celular for roubado?

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Blog tira dúvidas também sobre como identificar autor de página ofensiva no Facebook e sobre instalar o Android 10 em aparelho que não receberá a atualização oficial.

O que fazer após ter o celular roubado?

Oi, Ronaldo! O meu celular foi roubado durante um assalto. Eu já registrei o boletim de ocorrência e solicitei o bloqueio do número de IMEI. Mas estou preocupada com os meus dados. Como devo proceder? – Rosangela

Olá, Rosangela! Você seguiu corretamente algumas das melhores práticas em caso de perda ou roubo do aparelho. Mas existem outras dicas que é necessário tomar para reforçar a segurança dos seus dados pessoais:

  • Tente usar o mecanismo para rastrear e bloquear o aparelho (Find My Phone ou Conta do Google ). Essa função dificultará o reaproveitamento do aparelho, e possibilitará que os arquivos da memória sejam apagados. Vale salientar que o acionamento dessa função só terá algum efeito prático quando o aparelho for conectado na internet através da rede Wi-Fi, considerando que houve o bloqueio do número de IMEI;
  • Altere a senha da sua conta de e-mail e redes sociais. O blog já mostrou como fazer esse processo nos principais serviços;
  • Habilite a autenticação em duas etapas para proteger as contas e aplicativos de troca de mensagens e redes sociais;
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Tecnologia

Internautas estão usando mais aplicativos e redes sociais para fazer compras

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Facilidade de acesso, praticidade e grande volume de ofertas foram os principais motivos citados pelos consumidores para comprar por meio desses canais, segundo pesquisa do SPC.

Os internautas brasileiros estão usando mais aplicativos e redes sociais para comprar. Segundo levantamento do SPC Brasil, seis em cada dez (61%) internautas fizeram compras por meio de aplicativos de lojas nos últimos 12 meses. Já as redes sociais foram o caminho usado por 33% dos internautas para fazer suas compras.

WhatsApp também vem ganhando espaço: 18% dos internautas usaram o aplicativo para fazer compras nos últimos 12 meses.

No caso dos aplicativos de lojas, as principais razões apontadas pelos consumidores para a compra apontadas foram a facilidade de acesso do celular de qualquer lugar (52%), a praticidade e agilidade (46%) e pelos melhores preços e ofertas do mercado (41%).

Os produtos mais comprados por meio desses canais foram os eletrônicos e itens de informática, citados por 39% dos pesquisados. Na sequência, vêm a contratação transporte particular por meio dos apps (37%), compra de roupas (32%), de artigos para casa (31%) e os pedidos de comida ou bebida por delivery (26%).

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Já em relação às redes sociais, os consumidores disseram preferir comprar por esse meio principalmente por conta da rapidez e praticidade (37%), do grande volume de ofertas e promoções feitas pelos lojistas (36%), preços mais atrativos em relação ao mercado (32%) e melhor interação com o canal de atendimento dos anunciantes (28).

Os produtos mais comprados pelas redes são roupas (citadas por 37%), produtos de eletrônicos e de informática e delivery de comida e bebida (27%, cada), cosméticos e artigos para casa (ambos com 26%).

WhatsApp

Sobre o WhatsApp, 54% dos que fizeram compras pelo app afirmaram que tiveram retorno rápido ao se comunicarem com os lojistas. Por outro lado, 20% disseram não ter recebido nenhuma resposta, 6% ficaram sem retorno em diversos momentos e 20% disseram que o contato foi demorado.

O aplicativo de conversas foi escolhido porque a maioria dos ouvidos (40%) considerou o processo de compra mais rápido e fácil do que por telefone ou presencialmente, por conta da facilidade para acessar o histórico de informações armazenadas (35%) e pela possibilidade de receber imagens e vídeos dos produtos e serviços (26%).

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Já entre os consumidores que não compraram pelo Whatsapp, 41% disseram que conseguiram resolver o que precisavam no site ou aplicativo da empresa, 32% afirmaram que não gostam de ser incomodados por empresas pela ferramenta, que usam para fins pessoais; e 24% disseram não confiar no app por medo de sofrer golpes.

“O consumidor quer ter acesso a canais de compra que permitam escolher o que for mais conveniente. Isso significa que o varejo precisa continuar desenvolvendo experiências que atraiam os consumidores e promovam o engajamento. Ou seja, é fundamental reduzir cada vez mais a distância entre o varejo físico e comércio online”, diz em nota o presidente do SPC Brasil, Pellizzaro Junior.

O estudo, feito em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), ouviu consumidores em todas as capitais brasileiras.

Num primeiro momento, 904 pessoas foram ouvidas para identificar o percentual daquelas que compraram pela internet nos últimos 12 meses. Em seguida, continuaram a responder o questionário 800 consumidores que fizeram algum compra ao longo desse período .

Fonte:G1

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Tecnologia

Aplicativo busca gorjetas de consumidores para produtores de café da Colômbia

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Tecnologia quer permitir que amantes da bebida possam ajudar a manter a atividade em um dos principais países produtores do grão.

Um aplicativo que envia dinheiro em forma de gorjetas de apreciadores de café ao redor do mundo para produtores na Colômbia pode ajudar agricultores afetados pelos baixos preços a obter mais renda.

Muitos cafeicultores no país andino estão enfrentando dificuldades para ganhar a vida, mesmo com os grãos colombianos de alta qualidade sendo ainda muito procurados por consumidores no mundo todo.

Os contratos futuros do café arábica atingiram em maio o menor nível em mais de 13 anos. O baixo preço fez com que alguns agricultores buscassem culturas alternativas.

A situação chegou a levar a federação de cafeicultores da Colômbia a considerar a ideia de desvincular sua produção dos preços internacionais de Nova York.

Mas um ex-diretor de fundos de investimento nos Estados Unidos, inspirado por um período de trabalho em uma lavoura de café na Colômbia, espera que sua plataforma de gorjetas possa ajudar a aliviar os problemas dos agricultores e fazer com que consumidores invistam no futuro do cultivo.

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A plataforma, lançada mundialmente na sexta-feira (23), compreende dois diferentes aplicativos. Um será exibido em iPads em cafeterias e outras localidades e enviará fundos para os trabalhadores dos locais de onde provém o café.

O segundo aplicativo, disponível para smartphones, permitirá que os consumidores deem gorjetas diretamente para seus fornecedores de café favoritos ou contribuam com um fundo geral.

As contribuições –gerenciadas pelo órgão de administração previdenciária colombiana– irão garantir que produtores e catadores ganhem mais mesmo se grandes compradores se recusarem a pagar prêmios mais altos, disse o fundador da plataforma, Crawford Hawkins.

O esforço terá início em uma dúzia de locais com fornecimento da torrefadora madrilenha SupraCafe, que abastece restaurantes e hotéis, mas Hawkins disse que já está em negociações com redes em rápida expansão nos EUA.

“Você ama seu café especial, mas ele está sob risco, e o agricultor que o produz também está sob risco. Você pode fazer algo sobre isso”, apelou Hawkins.

O aplicativo para iPads exibirá um curto documentário sobre a crise nos preços do café, em um esforço para atrair a atenção de clientes que aguardam seus pedidos.

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Hawkins reconheceu que pedir as gorjetas pode ser uma tarefa difícil, mas afirmou que é possível arrecadar fundos significativos mesmo se apenas um quarto dos clientes participar.

Fonte:Reuters

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