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Internacional

Pedófilo arrasta menina para terreno baldio, 5 cães de rua escutam e destroem o agressor

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Na Argentina, uma menina de 12 anos ia para a casa da tia a pé quando um homem a agarrou por trás, tapou sua boca e a levou para um terreno baldio para estuprá-la.Segundo o site Correo del Orinoco, a criança, que não teve o nome divulgado, debateu-se em seus braços, sem forças suficientes para se soltar. Mas cinco cães de rua que estavam ali por perto ouviram o choro da menina e correram para salvá-la do abuso.
Eles procuraram a direção dos gritos e, ao avistarem a pequena sendo estuprada, avançaram no pedófilo, morderam seu rosto e arranharam todo o seu corpo, deixando a garota intacta que aproveitou para fugir. Ela, então, pediu ajuda para as casas vizinhas e foi socorrida.O agressor ainda não foi identificado.
Os cachorros também não foram encontrados, mas já estão sendo chamados de anjos-protetores por toda a cidade.Há quem diga que eles foram enviados para salvá-la. Mas a maioria acredita que os cinco cãezinhos só reafirmam aquilo que muitos já sabem: o instinto protetor e afetuoso que têm os animais.

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Internacional

Suspeito de participar do massacre de família mórmon é preso

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Foi preso nesta terça-feira um homem suspeito de ter participado do massacre que terminou com a morte de nove pessoas da família LeBarón na fronteira do México com os Estados Unidos na segunda-feira. A informação foi confirmada pela Agência de Investigações Criminais do estado de Sonora, que comunicou ainda que o homem foi detido enquanto mantinha dois reféns em Agua Prieta, próximo ao local onde ocorreu o crime. Foram apreendidos com ele carros, armas e grande quantidade de munições.

O procurador-geral do estado de Chihuahua, Cesar Peniche Espejel, confirmou a prisão em uma entrevista mas não detalhou o envolvimento do suspeito no crime. Ele ressaltou que o recém-formado cartel de drogas “Los Jaguares”, oriundo do cartel de Sinaloa, pode estar por trás da tragédia. Autoridades dos Estados Unidos investigam também o envolvimento do grupo criminoso “La Línea” nos assassinatos.

— Depois da prisão do “El Chapo” o cartel de Sinaloa sofreu fragmentações. Esses grupos vêm crescendo perto da fronteira com os Estados Unidos e estão envolvidos com tráfico de imigrantes e de drogas — disse o procurador à rádio mexicana “Imagen”.

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Três mulheres e seis crianças — duas delas bebês de apenas oito meses de vida — foram mortas quando viajavam de carro entre os estados de Sonora e Chihuahua. Oito crianças sobreviveram ao ataque. As vítimas são Rhonita Maria Miller, de 30 anos, e seus quatro filhos; Christina Marie Langford Johnson, de 31 anos — que salvou a filha, Faith, de apenas sete meses — e Dawna Ray Langford e dois filhos que viajavam com ela. O grupo vivia na comunidade mórmon La Mora, em Sonora. Após a tragédia, amigos criaram um campanha online para arrecadar fundos e ajudar a família.

Cada uma das mulheres viajava para encontrar familiares. A certa altura o pneu do carro de Rhonita furou e ela precisou parar e pedir ajuda. Um amigo da família estava à caminho para ajudá-la quando viu a explosão do veículo onde estava a mulher, causada pelos criminosos.

A polícia encontrou mais de 200 fragmentos de balas nas cenas dos crimes. Investigadores apuram ainda se as mulheres e crianças foram confundidas com o comboio de uma organização criminosa rival em meio a um confronto entre integrantes de cartéis de drogas.

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Integrantes da família foram assassinados em 2009

Esta não é a primeira vez que os LeBarón são envolvidos em incidentes criminais. A família é conhecida pelo ativismo contra narcotraficantes. Em 2009, Benjamin LeBarón e o cunhado Luis Widmar foram mortos em uma aparente revanche após forças de segurança mexicanas prenderem criminosos.

Os mórmons de origem germânica se fixaram no México na década de 1920, vindos dos Estados Unidos. O grupo se separou da Igreja de Jesus Cristos dos Santos dos Últimos Dias após a instituição banir a poligamia, no final do século XIX.

Fonte:FolhaMax

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Internacional

Fotos de alunos fazendo prova com caixa de papelão na cabeça para não ‘colar’ causam polêmica

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Escola na Índia diz ter implementado ideia com consentimento dos alunos e pediu desculpas pelo ocorrido.

Uma escola indiana pediu desculpas publicamente depois que imagens de seus estudantes fazendo uma prova com caixa de papelão na cabeça viralizaram nas redes sociais e geraram polêmica.

Fotos causaram polêmica nas redes sociais
Fotos causaram polêmica nas redes sociais

Foto: ANI / BBC News Brasil

O registro foi feito durante uma prova de química na Bhagat Pre-University College, em Haveri, no Estado de Karnataka, no sul da Índia.

Segundo os estudantes, a ideia partiu da direção da escola para evitar que eles “colassem” durante a avaliação.

Em entrevista à BBC Hindu, o serviço de notícias em hindu da BBC, MB Satish, funcionário do colégio, lamentou que a técnica tenha sido usada.

Ele disse que a escola só implementou a medida em uma “base experimental” depois de ouvir sobre seu uso em outros lugares.

Escola diz que medida foi aplicada com consentimento dos estudantes
Escola diz que medida foi aplicada com consentimento dos estudantes

Foto: ANI / BBC News Brasil

Satish acrescentou ainda que tudo foi feito com o consentimento dos estudantes — na verdade, eles trouxeram suas próprias caixas de papelão de casa.

“Ninguém foi obrigado a nada. Você pode ver na foto que alguns estudantes não estavam usando (a caixa de papelão na cabeça)”, disse ele. “Alguns colocaram a caixão de papelão na cabeça e a removeram depois de 15 minutos, outros após 20 minutos e nós mesmos pedimos para todos removerem-na após uma hora.”

Logo após serem informadas sobre o ocorrido, autoridades indianas criticaram publicamente a prática.

SC Peerjade, vice-diretor do Conselho de Educação pré-universitário local, descreveu a técnica como “desumana”.

“Quando recebi uma mensagem sobre isso, fui imediatamente para o colégio e ordenei à direção que interrompesse a prática”, disse ele ao jornal Times of India. “Também dei uma advertência à direção da escola e estou avaliando uma ação disciplinar contra eles por implementar essa ideia”.

Os funcionários da escola disseram que cessaram a prática e estão cooperando com a diretiva do conselho escolar.

FONTE:TERRA

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