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Mato Grosso

Plataforma da Empaer faz mapeamento da agricultura e acompanha trabalho dos técnicos

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) tem 4.130 agricultores cadastrados através do Sistema de Acompanhamento e Gerenciamento das Atividades, uma plataforma digital utilizada para armazenar dados dos agricultores familiares e também acompanhar a eficiência dos técnicos no trabalho no campo. A previsão é de que até o final de 2020, a empresa tenha um retrato preciso da agricultura familiar no Estado de Mato Grosso.

O técnico de Administração Sistêmica da Empaer, Eder Antônio da Silva, fala que de forma transparente e moderna, a ferramenta está sendo utilizada via web e aplicada para coletar as informações dos serviços prestados, além de avaliar o ganho social dos produtores rurais e o trabalho executado pelos funcionários da empresa.

Ele explica que um técnico está inserindo dados pessoais dos produtores, cadastro das famílias, unidades produtivas, mapeamento com coordenadas geográficas, atividade produtiva, infraestrutura, equipamentos e outros. O trabalho com a plataforma teve início oficialmente no mês de junho deste ano.

Eder esclarece que o Sagae vai permitir um diagnóstico do trabalho executado pelos técnicos e pesquisadores da Empaer no serviço prestado ao produtor, conferindo as condições da sua propriedade e indicadores das cadeias produtivas, com número de áreas, quantos hectares estão sendo cultivado, método de trabalho, produção por município, número de produtores e famílias, acesso às linhas de crédito, adequação ambiental, melhoria produtiva, rentabilidade e mais.

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“Teremos informações precisas e um mapeamento geral da agricultura familiar no Estado. Acredito que até o final de 2020 esses dados estarão a disposição da população”, enfatiza.

Será possível fazer um diagnóstico integrado e mais preciso da área do produtor e da atuação do técnico da Empaer junto às propriedades atendidas.

Os técnicos em Agropecuária da Empaer, Eder José Barreiros e Tarcisio Cuchi, do município de Paranaíta, começaram a utilizar o sistema no mês de junho e já cadastraram 354 produtores rurais. Eder fala que a nova ferramenta é bem simples e veio para ajudar no serviço de assistência técnica e extensão rural, e tudo o que for recomendado para o produtor. O município faz parte do escritório Regional de Alta Floresta, onde os técnicos já prestaram atendimento a 1.087 produtores rurais.

Conforme Barreiros, outra opção que o sistema proporciona é a localização da propriedade rural, com as coordenadas corretas, sendo possível checar onde estão sendo aplicadas técnicas para melhoria da área. Durante o atendimento são verificadas quais culturas são cultivadas, o que foi recomendado e a data do atendimento. Facilita também para o produtor, que recebe uma cópia para conferir o que foi sugerido.

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“Esperamos produzir relatórios com números que demonstrem o desenvolvimento da região e do agricultor familiar”, salienta.

Silva comenta que será possível, com a ferramenta, fazer um diagnóstico integrado e mais preciso da área do produtor e da atuação do técnico da Empaer junto às propriedades atendidas. Paralelamente ao sistema que está em operação, será desenvolvido um aplicativo para atender o produtor rural de forma mais interativa e eficiente. Ele calcula que até o final deste ano, a equipe de Tecnologia da Informação da empresa estará elaborando a nova ferramenta.  

Para operacionalização do sistema, os técnicos estão recebendo capacitação para utilização da ferramenta. Os primeiros habilitados foram os técnicos da região do Vale do Rio Cuiabá, em seguida Juína e Alta Floresta. Ainda este ano serão realizadas mais seis capacitações nos municípios de Sinop, Barra do Garças, Barra do Bugres, Rondonópolis, São Félix do Araguaia e Cáceres.

“Levamos mais de um ano para elaboração e finalização do sistema, e a finalidade do trabalho que será executado no campo é a transparência da informação para os produtores e a sociedade em geral”, finaliza o técnico.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Policiais e agentes de segurança concluem curso oferecido pela Rotam

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Dezessetes policiais e agentes de segurança pública concluíram na manhã desta segunda-feira (19.08) o 2º Curso de Técnicas de Controle e Submissão da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Metropolitano (Rotam). A solenidade de formatura foi realizada no auditório do Comando Geral da PM, em Cuiabá.  

A capacitação preparou os alunos para atuarem em ocorrências de alta complexidade de manutenção da ordem: atendimento que exige o emprego de técnicas, abordagens táticas e meios diferenciados de uso da força. O comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, conta que a iniciativa desenvolvida pelo Batalhão Rotam é pioneira na Polícia Militar e que o objetivo agora é estender a capacitação para o interior do estado.

“Nosso objetivo é levar esse curso para todos os nossos policiais militares, principalmente dos Comandos Regionais, que estão nas ruas buscando e promovendo o bem comum, com o patrulhamento ostensivo da PM”, ressalta coronel Assis.  

Participaram do curso policiais militares da Rotam, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), do Regimento de Policiamento Montado (RPPMon), da Força Tática, agentes penitenciários e policiais civis. A especialização de 27 dias ofereceu aos alunos mais conhecimentos sobre direitos humanos, legislação sobre o uso da força, história das algemas, defesa pessoal, fundamentos de técnicas de solo e procedimentos com algemas, dentre outros temas.

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O agente penitenciário Lucivaldo de Arruda concluiu o curso e conta que está ainda mais preparado para desempenhar seu trabalho na Penitenciária Central do Estado (PCE). “O curso foi bem repassado pela equipe de instrução, aprendi novas técnicas sobre o uso da algema, o que me ajuda a garantir a segurança do conduzido e também a nossa que atua no presídio. Esse curso ajuda a não cometer excessos, aplicando as técnicas de forma correta”, conta Lucivaldo.   

O comandante do Batalhão Rotam, tenente-coronel Cleverson Leite destaca que o curso ajuda o policial a trabalhar, de forma mais tranqüila, o uso da técnica de submissão nas ocorrências. Versões voltadas para os Comandos Regionais no interior já estão sendo desenvolvidas pela Rotam para especializar mais policiais e agentes de segurança.

A solenidade contou com a presença de autoridades militares, civis e familiares dos 17 formandos do curso. 

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

CGE orienta que órgãos estaduais e empresas reservem vagas para reeducandos

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A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) reforça aos órgãos estaduais a orientação de que os editais de licitação e, consequentemente, os contratos administrativos devem reservar vagas de trabalho para reeducandos e egressos do Sistema Prisional, quando houver criação de cargos para execução de obras e prestação de serviços.

O primeiro trabalho da CGE, em relação ao assunto, foi produzido no ano de 2014 (Parecer de Auditoria nº 898/2014/AGE), com base na Lei Estadual nº 9.879/2013 e no Decreto Estadual nº 1.891/2013. 

Agora, a CGE reforça a orientação, tendo em vista o trabalho do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do Sistema Penitenciário, coordenado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e com a participação da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), de requisitar o apoio dos órgãos de controle no sentido de exigir o cumprimento da cota.

A CGE explica que a criação de postos de trabalho acontece quando a administração pública exigir que a empresa contratada mantenha equipe de reeducandos nas dependências do órgão contratante, ou em outro local por ela definido, como nos casos de serviços de limpeza, construção civil, digitação, operação de máquinas etc.

Se não houver criação de postos de trabalho, a reserva de vagas não é obrigatória, como no caso de contratação de empresas para prestação de serviços de telefonia e manutenções (veículos, ar-condicionado, computadores, elevadores etc). “Nesses casos, a empresa pode até prestar os serviços nas dependências do órgão, mas não há criação de postos de trabalho”, ressalta a CGE em uma de suas orientações.

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A exigência de reserva de vagas, quando houver criação de postos de trabalho, não se aplica aos contratos que envolvam serviços de segurança, vigilância ou custódia e serviços a serem prestados aos órgãos de segurança pública. 

Percentuais de reserva  

Nas contratações em que seja obrigatória a reserva de vagas, onde existir até 5 postos de trabalho, a admissão de reeducandos é facultativa. Entre 6 e 19 vagas é obrigatório reservar uma delas para ser ocupada por algum preso. Quando os postos de trabalho forem superiores a 20, é necessário reservar 5% das vagas para preenchimento com pessoas presas ou egressas.

No decorrer da execução dos contratos, se houver acréscimos ou reduções no quantitativo dos postos de trabalho, deve ser mantida a proporcionalidade de vagas mencionada.

A reserva de vagas quando da criação de postos de trabalho vale para qualquer modalidade de licitação, inclusive na contratação direta, dispensa de licitação e inexigibilidade, e deve estar prevista nos editais e contratos. 

Convênio

A CGE enfatiza que a contratação de presos e egressos do sistema prisional deve, obrigatoriamente, ser intermedida pela Fundação Nova Chance (Funac), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e que tem o objetivo de promover ações de reinserção social de reeducandos. 

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Por isso, é necessário que a empresa contratada firme convênio com a Funac para a definição dos requisitos de seleção dos presos e ex-reeducandos, bem como os trâmites de registro, controle e remuneração. A seleção dos presos aptos para o trabalho fica a cargo de equipe multidisciplinar designada pela unidade penal.

Fiscalização 

A CGE salienta que, assim como na execução de qualquer outro contrato, os que reservam vagas para reeducandos ou egressos do sistema prisional devem ser fiscalizados por servidor formalmente designado para tal função. 

O fiscal deve observar se a empresa contratada está cumprindo com todas as regras previstas para a reserva de vagas. O descumprimento dos compromissos assumidos pode resultar em rescisão contratual com a empresa.

Fonte: GOV MT
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