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Policial

Polícia Civil prende homicida foragido de Tocantins que utilizava nome de irmão para não ser descoberto

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Assessoria | PJC-MT

Um foragido da Justiça que utilizava o nome do irmão para não ser descoberto foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na sexta-feira (30.08), após ter seu verdadeiro nome identificado pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (212 km ao Sul).

O suspeito, Renato Brito de Alencar, 34, estava com a ordem de prisão decretada pela Justiça de Tocantins por crime de homicídio. As investigações iniciaram há cerca de dois meses, quando durante uma abordagem policial o suspeito se apresentou com o nome do irmão (Walmor Brito Alencar), porém não apresentou documentos pessoais.

Em checagem no sistema, foi possível verificar diversas passagens criminais anteriores em nome de Walmor pelos crimes de furto (consumado e tentado), tráfico de drogas, dano, além de vários boletins de ocorrência de extravio de documentos.

Desconfiando que o suspeito havia mentido o nome, os policiais da Derf Rondonópolis iniciaram o trabalho investigativo para descobrir a sua verdadeira identidade, Durante cruzamento de dados, os policiais descobriram o mandado de prisão em aberto em nome de Renato Brito Alencar, que em tese seria irmão do investigado, expedido pela Comarca de Araguaçu (TO).

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Em continuidade as checagens, os policiais encontraram uma fotografia do suspeito “Walmor”, ocasião em que foi possível perceber que o investigado não era a mesma pessoa que se apresentava, se tratando na verdade de Renato Brito Alencar.. Com a constatação, iniciaram novos trabalhos de buscas pelo foragido, que foi detido pelos policiais da Derf Rondonópolis, na sexta-feira (30), na região Central de Rondonópolis.

Na abordagem, o suspeito novamente se apresentou com o nome de Walmor, porém questionado, o suspeito acabou confessando o verdadeiro nome e revelou que passava pelo seu irmão para não ser descoberto pela Polícia. Diante das evidências, o foragido foi conduzido a Derf Rondonópolis, onde foram tomados os procedimentos de praxe para cumprimento da ordem de prisão.

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Policial

Prefeito, servidor e mais 2 são presos em MT com armas e animais abatidos

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Juvenal Alexandre da Silva, prefeito de Nova Marilândia, é acusado de caça ilegal

Da Redação

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Uma equipe do Batalhão Ambiental em Barra do Bugres (a 168 km de Cuiabá) prendeu nesta quinta-feira (06.08) quatro homens por porte ilegal de arma de fogo e por caça predatória de animal silvestre.

A equipe realizava barreira policial na estrada que dá acesso a Comunidade São Mateus, quando deu ordem de parada ao motorista de uma caminhonete Toyota Hillux, com mais três homens dentro.

O prefeito por Nova Marilândia (392 km da Capital), Juvenal Alexandre da Silva (PSDB), 58 anos, estava no veículo e foi detido em flagrante. Com ele, estava o servidor público Genivaldo da Silva Leite, 48 anos, que atua como motorista, além de mais dois homens, identificados como Edilson Rodrigues da Costa, 47, e Valdeir Silva Leite, 41.

Foi iniciado o procedimento de vistoria no veículo quando os militares encontraram a primeira arma de fogo, uma espingarda calibre 20, com dois cartuchos intactos. Depois encontraram um revólver calibre 38, com seis munições intactas, um rifle calibre 22, com carregador municiado, com seis munições intactas e uma espingarda calibre 36 com uma munição intacta.

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FONTE: FOLHA MAX

Na inspeção na carroceria estavam duas pacas abatidas com arma de fogo dentro de um saco plástico.

O proprietário do revólver alegou ter registro da arma, mas não possuía a documentação. Os policiais foram ainda até uma  balsa, onde encontraram produtos usados na prática de caça de animais silvestres, além de lanternas, redes e facões. Os homens não assumiram serem donos dos animais mortos.

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Policial

Mulher é espancada e torturada por 3 dias pelo ex em MT

Publicado

Vítima foi agredida com socos, chutes, cabos e ainda afogada num tanque

AMANDA DIVINA
DA REDAÇÃO

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Uma mulher de 39 anos foi espancada durante três dias pelo ex-marido em uma residência no bairro Jardim do Lago, em Tangará da Serra (242 km de Cuiabá). A vítima conseguiu se libertar nesta segunda-feira (3).

De acordo com as informações da Polícia Civil, o ex-companheiro convenceu a mulher a ir até a residência dos ex-sogros para conversarem sobre o relacionamento. Neste momento, ele começou a agredí-la com chutes e socos.

Em seguida, ele pegou um cabo de energia e começou a bater na mulher novamente. O ex-marido bateu com sua cabeça contra a parede e ainda afogou a mulher no tanque.

Ela foi agredida por três dias antes de conseguir fugir e pedir socorro para os vizinhos.

O Corpo de Bombeiros foi até o local e encontrou a mulher desorientada e com diversos hematomas pelo corpo e no rosto, devido as agressões sofridas. Ela foi encaminhada para uma unidade médica, onde foi constatado que ela poderia ter fraturado uma costela.

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O suspeito do crime não foi encontrado, no entanto os pais do ex-marido foram presos como cúmplices, pois sabiam que a mulher estava presa em casa e sofria diversas agressões.

 

FONTE:FOLHA MAX

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