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Política MT

PSB projeta grupo alternativo ao Senado para acabar com polarização em MT

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Max Russi se colocou a disposição e articula aliança com PV e até PSDB

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) deve definir nos próximos dias se apoia algum nome a ser definido dentro algum acordo político ou se lança candidatura própria. A orientação da direção nacional do PSB é que a sigla tenha candidato próprio e o nome do presidente estadual do partido, deputado Max Russi, desponta como o nome natural para a disputa à vaga da senadora cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Selma Arruda (Podemos).

“Tão logo aconteceu esse processo judicial com a senadora, mais de 15 candidatos colocaram o nome. Partidos colocaram nomes, estão analisando essa postulação e sem sombra de dúvida a grande maioria dos partidos deverá lançar nomes e o PSB não deverá ser diferente”, analisou Max Russi, em entrevista ao Jornal da Capital, apresentado na Rádio Capital FM.

“Temos discutido bastante internamente, fomos convidados para algumas reuniões com outros partidos. Participamos, estamos ouvindo bastante, e a direção nacional do partido tem interesse que Mato Grosso tenha um candidato ao Senado e a gente vai definir nos próximos dias”, acrescentou Russi, que é presidente estadual do PSB em Mato Grosso.

Uma dessas reuniões da qual Russi participou foi na última quinta-feira (9) na residência do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). Além do anfitrião e de Russi participaram da reunião o senador Jayme Campos (DEM), a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), o ex-governador Júlio Campos (DEM), e os deputados federais Emanuel Pinheiro Neto (PTB) e Neri Geller (PP). Desse grupo, que tem ainda o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, o vereador da Capital Juca do Guaraná Filho (Avante), e de Nilson Leitão (PSDB), que deve se incorporar ao grupo, deve sair o nome de um candidato para a disputa da eleição suplementar ao Senado.

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“Aqui em Mato Grosso a gente tem feito uma conversa com o PV, participamos também de uma reunião com o prefeito Emanuel Pinheiro, com outro grupo que estão desenhando. O prefeito da Capital e o senador Jayme Campos estão liderando esse projeto”, informou Max Russi. “Tive conversando também com o Nilson [Leitão], que está viajando, enfim, tenho conversado com vários políticos que têm o interesse de colocar o nome, que têm interesse de disputar essa eleição”, acrescentou.

A conversa de Max Russi com o PV de Mato Grosso segue a orientação nacional do PSB, que discute um projeto para o País envolvendo PSB, PV, a Rede e o PDT, que buscam trilhar outro caminho. Em Mato Grosso, nos bastidores já se fala, inclusive, que o PV poderia indicar um dos suplentes de Russi em uma eventual candidatura ao Senado. “Existe essa conversa nacional dos partidos, porque a gente quer e sair um pouquinho deste `nós e eles´, nem tanto a esquerda radical, nem tanto a direita radical, mas sim construir um centro-esquerda, um projeto diferente para o País, essa orientação nacional, que a gente caminhe dessa forma nos estados”, afirmou.

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Russi acredita que tenha condições de representar bem Mato Grosso, caso venha a ser definido como candidato à eleição para o Senado. Ele lembrou sua experiência política adquirida em mandatos como vereador, prefeito por duas vezes de Jaciara, como chefe da Casa Civil do Estado e da Assistência Social, na gestão Pedro Taques, e também como deputado estadual, já no segundo mandato.

“Eu particularmente teria orgulho de ser senador pelo meu Estado, estar lá em Brasília defendendo os interesses do Estado no Senado Federal. Teoricamente eu tenho uma bagagem que me daria condições de ser um bom senador, e representar bem meu Estado e conhecendo Mato Grosso da forma que eu conheço. Logico que não é uma eleição fácil, você precisa, sim, ter apoio de um grupo politico, existem várias ações acontecendo”, avaliou. “É uma eleição mais rápida, quem tiver os grandes centros, quem for mais conhecido, enfim, ninguém consegue com clareza afirmar qual vai ser o melhor caminho, o que o eleitor está pensando também, qual vai ser a participação do eleitor”, concluiu.

Fonte: FolhaMax

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Selma acusa Fávaro de caixa 2 em 2018 e “gastar milhões” em ação

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Senadora afirma que “povo brasileiro” ainda vai saber quem está por trás de ex-vice-governador do Estado

A senadora cassada Selma Rosane Santos Arruda (Podemos) ligou sua “metralhadora giratória” a poucos dias da retomada dos trabalhos no Senado e possível confirmação de sua cassação, confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 10 de dezembro. O principal alvo dela é o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), 3º colocado nas eleições de outubro e que tenta assumir o cargo de senador até a realização de um pleito suplementar, que deve ocorrer em abril deste ano.

Em entrevista ao programa Roda de Conversa, da TV Gazeta, Selma acusou o ex-vice-governador de “gastar milhões” para tirá-la do cargo e tentar assumir a cadeira de senador. “Não é um nem dois. São vários, muitos advogados”, disse.

Segundo Selma, um dos advogados de Fávaro é diretor-jurídico da presidência do Senado, trabalhando direto com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM). “De onde esse Carlos Fávaro está tirando dinheiro, um dia o povo brasileiro vai saber. Eu já sei”, colocou a senadora, acrescentando que os interesses por trás das ações do ex-vice-governador no processo são “obscuros”.

Selma Arruda se referiu a Carlos Eduardo Frazão do Amaral, que faz parte da banca de advogados contrato pelo presidente do PSD em Mato Grosso na ação por caixa 2 contra Selma Arruda. Além de Frazão, outro advogado de destaque na defesa de Fávaro é o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso.

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Na sequência, a senadora cassada acusa o adversário de também ter cometido “caixa 2” na campanha de 2018. Ela explicou que uma das testemunhas de Fávaro revelou gastos eleitorais “em dinheiro vivo”, o que é proibido pela legislação.

“Uma das testemunhas arroladas pelo Carlos Fávaro diz que recebeu, sim, da candidata Selma uma quantia ‘x’, com cheque cruzado, para fazer pesquisa na campanha. E essa mesma pesquisa eu vendi pro Fávaro, só que ele não pagou em cheque, pagou em dinheiro. Isso não é caixa 2”, questionou a ex-juiza, que ainda criticou os membros do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso.

“O desembargador fez de conta que não viu nada, não ouviu. O Ministério Público não ouviu,  não investigou e nem vai investigar. Esse processo está cheio dessas coisas e isso é muito perigoso. Eu quero dizer para a população que eu fui retirada porque eu não servia aos interesses obscuros dessas pessoas”.

CASSAÇÃO

Selma Arruda foi cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRe-MT) por 7 votos a 0 no dia 10 de abril de 2019, por prática de caixa dois e abuso de poder econômico, além de propaganda extemporânea durante a pré-campanha, ao contratar com uma empresa de publicidade com valores acima de sua capacidade financeira. Para o Ministério Público Federal, as apurações e a quebra de sigilo bancário da senadora e seus suplentes comprovaram que a ex-juíza contraiu despesas de natureza tipicamente eleitoral de, no mínimo, R$ 1,2 milhão.

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A cassação foi confirmada em 10 de dezembro pelo Tribunal Superior Eleitoral por 6 votos a 1. A decisão ainda determina realização de novas eleições para o cargo.

Ela ainda segue no cargo até que a Mesa Diretora oficialize a cassação. O Tribunal Regional Eleitoral irá definir no próximo dia 22 de janeiro a data das novas eleições.  A equipe técnica do órgão sugeriu o dia 26 de abril para a realização do novo pleito.

Desde a cassação, diversos nomes surgiram como possíveis postulantes a vaga de Selma. Os de maior destaque são o próprio Fávaro, o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), o ex-governador Júlio Campos, a superintendente do Procon, Gisela Simona (PROS), o deputado estadual Max Russi (PSB) e a empresária Margareth Buzetti (PP), que contaria com apoio do ex-ministro Blairo Maggi (PP).

Fonte: Folha Max

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Mesa Diretora lamenta falecimento de Benedito Botelho, pai do presidente da AL

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Foto: ARQUIVO PESSOAL / ALMT

A Assembleia Legislativa vem a público expressar sentimento de pesar e prestar condolências à família do presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho, pelo falecimento do seu  pai, senhor Benedito Caetano Botelho, na manhã desta sexta-feira (17).

Seo Chinhô, como era conhecido, era natural de Livramento, completou 95 anos em setembro, e tratava de câncer há três anos. Ele deixou nove filhos e viúva, senhora Leopoldina Fontes Maia.

O velório está previsto para acontecer nesta sexta-feira (17), a partir das 16 horas, na funerária Capelas Jardins – em Cuiabá.

Fonte: ALMT
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