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Carros

Royal Enfield confirma participação no Salão Duas Rodas 2019

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Como principais novidades para o evento, a marca vai apresentar as inéditas Interceptor e Continental GT 650. Honda, Yamaha, Triumph, Kawasaki, Suzuki, Haojue e Kymco também têm presença certa.

Royal Enfield Interceptor 650 — Foto: DivulgaçãoRoyal Enfield Interceptor 650 — Foto: Divulgação

Royal Enfield Interceptor 650 — Foto: Divulgação

centenária fabricante de motos Royal Enfield confirmou nesta terça-feira (24) sua participação no Salão Duas Rodas 2019, que acontece entre 19 e 24 de novembro, em São Paulo. Como principais novidades para o evento, a marca vai apresentar as inéditas Interceptor 650 e Continental GT 650.

Os organizadores esperam 270 mil visitantes na edição 2019 do Salão Duas Rodas, que contará também com marcas como Honda, Yamaha, Triumph, Kawasaki, Suzuki, Haojue e Kymco.

Mas há diversas ausências em relação à edição anterior, de 2017. Ficaram de fora , BMWHarley-DavidsonDucatiDafra e KTM.

Royal Enfield Interceptor 650 e Continental GT 650 — Foto: DivulgaçãoRoyal Enfield Interceptor 650 e Continental GT 650 — Foto: Divulgação

Royal Enfield Interceptor 650 e Continental GT 650 — Foto: Divulgação

Novo motor de 2 cilindros

Além de chassi completamente novo, a linha das “Twins”, assim chamada pelo motor de dois cilindros, traz como principal novidade este propulsor completamente novo da marca.

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A promessa é um funcionamento superior ao visto nos monocilíndricos da linha Classic 500. Com 2 cilindros em paralelo, o novo motor tem 648 cc e rende 74 cavalos a 7.100 rpm, enquanto seu torque máximo é de 5,3 kgfm.

Com câmbio de 5 marchas, os modelos possuem ABS de série e tanque com capacidade de 12,5 litros.

Ambas carregam o mesmo conjunto mecânico, mas a diferença está no estilo. A Interceptor segue um visual mais clássico, enquanto a Continental GT aposta em característica mais esportiva, inspirada nas café-racers.

Royal Enfield Interceptor e Continental  — Foto: Royal Enfield/DivulgaçãoRoyal Enfield Interceptor e Continental  — Foto: Royal Enfield/Divulgação

Royal Enfield Interceptor e Continental — Foto: Royal Enfield/Divulgação

Fonte:G1

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Carros

Manutenção de carros elétricos pode ser até 50% mais barata, mas exige oficinas mais especializadas

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Motor a combustão tem cerca de 350 partes móveis, contra 50 de um similar elétrico. Veja como é a revisão e o seguro desses modelos.

Manutenção de um Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

Manutenção de um Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

É fato que carros elétricos custam mais do que similares a combustão. Da mesma forma que também é sabido que seu custo por quilômetro percorrido é mais baixo. Mas uma questão ainda pouco explorada são os serviços pós-vendas, como revisão e seguros.

Embora possa parecer o contrário, carros elétricos não oferecem mais riscos às seguradoras. Como há poucos veículos deste tipo, não existe grande procura por peças paralelas, e, como consequência, o risco de roubo é menor. Assim, a apólice, na maior parte das vezes, tem valor semelhante a de carros “comuns”.

Já a manutenção é bastante descomplicada, e chega a ser até 50% mais barata do que num veículo a combustão da mesma faixa de preço.

Fim da ‘rebimboca da parafuseta’

O custo menor da manutenção acontece por motivo bastante simples. Enquanto um veículo com motor a combustão tem cerca de 350 partes móveis, um elétrico tem 50. Ou seja, o risco de algo quebrar é bem menor.

O dono de um carro elétrico também pode esquecer aquela lista de peças famosas, que exigem troca periódica. Velas, correias, filtros de combustível e de óleo, tudo isso é dispensado nesses carros.

Manutenção mais barata e menos peças móveis no motor também reduzem o risco de o proprietário cair nas mãos de algum mecânico desonesto que queira levar vantagem ao trocar peças sem necessidade.

Se a “empurroterapia” está com os dias contados, a manutenção em oficinas independentes ainda é algo impensável, principalmente pela estrutura necessária.

Quem estiver disposto a adaptar sua oficina terá que colocar a mão no bolso. Isso porque o investimento para poder receber veículos elétricos pode chegar a R$ 200 mil (veja mais detalhes abaixo).

Revisão por marca

Veja abaixo como é o plano de manutenção dos 4 modelos à venda no Brasil: BMW i3 (a partir de R$ 205.950), Jaguar I-Pace (R$ 452.200), Nissan Leaf (R$ 195 mil) e Renault Zoe (R$ 149.990).

BMW i3

BMW i3 — Foto: Divulgação/BMWBMW i3 — Foto: Divulgação/BMW

BMW i3 — Foto: Divulgação/BMW

O i3 não tem um plano fixo de revisões – o próprio carro diagnostica e informa quando precisa de manutenção. A partir daí, avisa o motorista, que procura uma das 8 concessionárias da BMW. Emílio Paganoni, gerente treinamento da marca, estima que os valores sejam 70% mais baixos do que em um veículo a combustão da mesma faixa de preços (R$ 200 mil).

Jaguar I-Pace

Jaguar I-Pace — Foto: André Paixão/G1Jaguar I-Pace — Foto: André Paixão/G1

Jaguar I-Pace — Foto: André Paixão/G1

A manutenção do I-Pace pode ser feita em todas as 40 concessionárias da marca no Brasil. Elas acontecem a cada 2 anos ou 34 mil km, o que ocorrer primeiro. A melhor parte – para os donos – é que os 3 primeiros serviços são grátis. Ou seja, o dono não precisa se preocupar em gastar com manutenção durante 6 anos.

Nissan Leaf

Nissan Leaf tem 149 cv e 32,6 kgfm — Foto: Celso Tavares/G1Nissan Leaf tem 149 cv e 32,6 kgfm — Foto: Celso Tavares/G1

Nissan Leaf tem 149 cv e 32,6 kgfm — Foto: Celso Tavares/G1

São 7 concessionárias credenciadas para fazer a manutenção do Leaf. Elas acontecem a cada 1 ano ou 10 mil km. As 6 primeiras saem por R$ 2.404, R$ 220 a menos do que no March 1.0, o carro popular da Nissan. A soma ainda é 116% mais baixa do os R$ 5.204 pedidos pela Toyota para as revisões do Toyota SW4, o carro mais vendido desta faixa de preços.

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O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1

O elétrico Renault Zoe no Salão do Automóvel 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1

A partir de outubro, 11 concessionárias farão manutenção nos elétricos da Renault (hoje são apenas 2). As revisões acontecem a cada 1 ano ou 10 mil km, e, até os 60 mil km, saem por R$ 2.904 – R$ 200 a menos do que as do Duster 1.6, que custa metade do preço do Zoe.

Curiosamente, a Renault prevê troca da bateria de 12V (não é a que armazena a energia que alimenta o motor) a cada 2 anos ou 20 mil km. “O Zoe tem muitos componentes que exigem mais da bateria de 12V. Se ela tiver uma pequena perda de energia o veículo emite um alerta e para de funcionar”, explica Eli Carvalho, analista de qualidade e métodos da rede da Renault.

E o seguro?

Além da manutenção, outro custo que costuma preocupar os donos de veículos é o seguro. A apólice de um carro elétrico é mais cara do que de um modelo da mesma faixa de preços, mas a combustão? A resposta é: na maior parte das vezes, não.

G1 pediu à Minuto Seguros que cotasse o valor da apólice para os 4 carros elétricos, além de modelos de preços similares, mas com motor a combustão. Foi considerado um perfil masculino, morador do centro de São Paulo.

Duas seguradoras, Porto Seguro e Tokio Marine, afirmaram que o preço não é mais alto por conta do risco (ou a falta dele).

Preço de seguro dos carros elétricos — Foto: Arte: Juliane Souza/G1Preço de seguro dos carros elétricos — Foto: Arte: Juliane Souza/G1

Preço de seguro dos carros elétricos — Foto: Arte: Juliane Souza/G1

“Temos uma postura parecida para riscos novos. Aceitamos, criamos uma base, com volume, e depois acertamos a precificação. Não há nenhuma razão para agravar o risco pelo carro ter uma bateria”, afirmou Luiz Padial, diretor do segmento automotivo da Tokio Marine.

Para Vicente Lapenta, superintendente da Porto Seguro Auto, há dois motivos que podem fazer com o que o preço possa até abaixar no futuro. “O primeiro é que pouca gente tem, então o mercado de roubo ainda é baixo. A segunda coisa é que o carro elétrico dá muito menos manutenção. Por isso, tende a ter uma frequência de assistência mais baixa”, disse.

Por outro lado, Lapenta vê um risco, ainda que de menor potencial de preocupação. “São veículos caros, isso pode atrapalhar no valor de revenda e acabar estimulando a chamada fraude de oportunidade”, completou.

Se a apólice não custa mais, o atendimento precisa ser diferenciado. “A orientação, como há alta tensão, é envolver a concessionária da marca. Percebendo a gravidade e dificuldade, temos que fazer a quatro mãos, por meio de parceria com concessionárias”, falou Padial.

A Porto Seguro, que tem uma frota de 15 Renault Twizy, também elétricos, disse que capacitou seus socorristas. Mas, em casos de problemas mais complexos, também encaminha os clientes para as concessionárias.

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Como é a oficina?

Oficina que atende carros elétricos precisa de área separada — Foto: André Paixão/G1Oficina que atende carros elétricos precisa de área separada — Foto: André Paixão/G1

Oficina que atende carros elétricos precisa de área separada — Foto: André Paixão/G1

O que muda nas oficinas para atender carros elétricos:

  • área exclusiva para esses veículos;
  • ferramentas próprias para remover a bateria;
  • “gancho” de emergência para casos de choque elétrico;
  • elevador com base livre

“Temos uma área demarcada, e ali, só o técnico capacitado está autorizado a mexer nesse carro”, explicou Paulo Manzano, gerente de produtos da Jaguar Land Rover. O padrão também é seguido pelas demais marcas.

As mudanças não se resumem a um box: as oficinas também têm equipamentos específicos.

Elevador para carro elétrico possui a base livre — Foto: André Paixão/G1Elevador para carro elétrico possui a base livre — Foto: André Paixão/G1

Elevador para carro elétrico possui a base livre — Foto: André Paixão/G1

“Quando a bateria precisa ser retirada, há um local próprio para isso, para não haver contaminação. Há um elevador específico. Ele tem a fiação suspensa, para deixar toda a base livre”, explica Flávio Presezniak, gerente de projetos da Nissan.

A alteração é essencial para permitir que um carrinho fique posicionado abaixo do veículo, e sirva de apoio para a bateria, quando essa precisa ser removida.

Carrinho é utilizado para sustentar a bateria do veículo elétrico — Foto: André Paixão/G1Carrinho é utilizado para sustentar a bateria do veículo elétrico — Foto: André Paixão/G1

Carrinho é utilizado para sustentar a bateria do veículo elétrico — Foto: André Paixão/G1

“Usamos um equipamento de diagnóstico diferente, que verifica parâmetros próprios de um carro elétrico”, disse Carvalho, da Renault.

O custo para adaptar as oficinas varia de acordo com a marca, e fica entre R$ 110 mil e R$ 200 mil. Em comum, o fato de que, em todos os casos, o valor é pago integralmente pelos lojistas.

Ferramentas específicas para a manutenção de carros elétricos em concessionária da Nissan — Foto: André Paixão/G1Ferramentas específicas para a manutenção de carros elétricos em concessionária da Nissan — Foto: André Paixão/G1

Ferramentas específicas para a manutenção de carros elétricos em concessionária da Nissan — Foto: André Paixão/G1

Quem vai por a mão no carro

Do que adiantaria uma oficina pronta, se não os funcionários não estiverem preparados para trabalhar ali? Por isso, os técnicos e consultores tiveram que passar por treinamento para atender os clientes, e, principalmente, não colocar a própria vida em risco.

A média, em todas as marcas, é de 2 mecânicos treinados por concessionária. Algumas, como BMW e a Renault apostam em parcerias com o Senai para capacitar seus profissionais. Outras trouxeram gente de fora do país para instruir seus funcionários.

BMW fez parceria com o Senai para capacitação de técnicos — Foto: DivulgaçãoBMW fez parceria com o Senai para capacitação de técnicos — Foto: Divulgação

BMW fez parceria com o Senai para capacitação de técnicos — Foto: Divulgação

A BMW, inclusive, tem vários níveis de treinamento. Quem efetivamente trabalha com o i3 teve que fazer o curso chamado HVT, que dura entre 7 e 15 dias, com custos diários de R$ 250.

Quem se formou no HVT ganha o direito de tentar um curso mais avançado, chamado de HVE. Ele tem duração de 1 mês, e os custos são cobertos pela própria BMW. No Brasil, há apenas 1 pessoa qualificada nesse nível, com outras 2 terminando a formação.

No caso de Renault e Nissan, os técnicos foram preparados no centro de treinamento da aliança, em Jundiaí (SP). Já a Land Rover aproveitou a estrutura de um autódromo no interior de São Paulo para capacitar seus profissionais, logo após o lançamento do I-Pace.

Nos três casos, as marcas “importaram” profissionais de países como Japão (Nissan), Portugal, Espanha (Renault) e Inglaterra (Land Rover) para ensinar os brasileiros a fazerem o trabalho da melhor forma.

Área exclusiva para manutenção da bateria do Nissan Leaf em concessionária — Foto: André Paixão/G1Área exclusiva para manutenção da bateria do Nissan Leaf em concessionária — Foto: André Paixão/G1

Área exclusiva para manutenção da bateria do Nissan Leaf em concessionária — Foto: André Paixão/G1

Fonte:G1

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Carros

Presidente da Volkswagen é indiciado na Alemanha por fraude de emissões

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De acordo com procuradoria, ele e outros dois executivos da marca agiram intencionalmente ao não informar os investidores a tempo sobre o impacto financeiro do escândalo.

Presidente da Volkswagen, Herbert Diess — Foto: Reuters/Ralph OrlowskiPresidente da Volkswagen, Herbert Diess — Foto: Reuters/Ralph Orlowski

Presidente da Volkswagen, Herbert Diess — Foto: Reuters/Ralph Orlowski

Procuradores alemães apresentaram nesta terça-feira (24) acusações criminais de manipulação do mercado de ações contra executivos da Volkswagen, devido ao escândalo da fraude de emissões de poluentes da montadora, o “Dieselgate”.

Foram acusados o presidente da Volkswagen, Herbert Diess, o ex-presidente Martin Winterkorn e o presidente do conselho, Hans Dieter Poetsch.

De acordo com a procuradoria de Braunschweig, cidade do norte da Alemanha, eles agiram intencionalmente ao não informar os investidores a tempo sobre o impacto financeiro do escândalo.

Na época do escândalo, as ações da empresa perderam 37% do valor do escândalo. Um dos argumentos das acusações é de que, se os investidores tivessem sabido sobre a fraude da VW, poderiam ter vendido as ações mais cedo ou evitado fazer aquisições.

Existem processos em andamento devido à admissão da empresa, em 2015, de que usou um software de controle de motores ilegal para burlar testes de emissões de poluentes.

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O indiciamento dos procuradores de Braunschweig é parte de uma investida legal separada para julgar executivos devido a alegações de que adiaram a revelação do escândalo aos investidores.

O advogado de Diess disse em um comunicado que o CEO não poderia ter previsto a reação negativa do mercado financeiro e que continuará em seu cargo sem impedimentos.

Winterkorn, o ex-presidente da marca, renunciou dias após o surgimento do escândalo. No início de 2017, ele disse a parlamentares alemães que não soube da fraude antes de a VW admiti-la oficialmente.

Fonte:Reuters

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